Lust auf Wein
Lust auf Wein.
(Tenho vontade de tomar vinho.)
Não por presunção de beijar os seus
Lábios cor vermelha, entre degustes me
Entrego, não piso as uvas, são frutos
Perenes que embriagam, temos ocasiões.
Contemplamos as garrafas e taças vazias,
A secura da vida nos converte,
As trombetas dos arautos invadem
Os nossos pulsares, somos inquietudes,
Deveras somos sede, insaciável é o
Tempo que semeia seivas que escorrem
Em nossos lábios, agora sedentos de amor,
Faça-se a luz.
O tempo padece, observamos os filtros
Solares, agora róseos, embriagues não nos
Completam, gritamos entre ecos.
Queremos ser angelicais, solvemos
Vinho
canônico ou vinho litúrgico,
Os paramentos não importam,
(Por Quem os Sinos Dobram?).
A colheita está pronta, vamos
Fermentar o vinho na noite,
Vamos enquanto caminhamos na rua,
na noite fria, só eu você e a
Lua de Sangue.
Beberemos vinho,
Não importando se tinto, branco, rosé,
Seco ou doce, que também sejam espumantes
ou licorosos, importa-nos que
Seja vinho.
Não temos e nem beberemos
No Santo Graal, só os escolhidos
Quando despertarão para beber sem
Embriagar-se.
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