sábado, 20 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluzquerer

 Eu gostaria

 

Para Maria Lúcia


Eu gostaria de estar com você

na Sapetinga, nunca estivemos,

passeamos entre ruas, mãos dadas nem

pensar,

 

Percorremos ruas indo na Praia da

Concha, Morro de Pernambuco,

Bebemos.

 

Em incursões na Cabana Guarani, do Farol,

Depois no Bar de Lico, estendido no Bar

De Miguel,

 

Voos alçados pelos aviões, você ria quando

Eu dizia que queria voar, te roubei beijos,

Apertos de mãos furtivos, serestas,

Volta pra casa.

 

Enfim éramos!

 

Autor: Cláudio Luz/Luz do Almada Souza
Tous droits réservés:
Loi sur le Droit d'Auteur nº 9.610/1998

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Quando os meus versos ressoam


Ouço o ressoar dos meus versos,

Sou poeta, escrevo em linhas tortas,

Versos alegres, lamentos, encontros com

O vento, voos alternados, pousos

Iminentes, Mergulho.

 

Devoro e aplaudo versos alheios,

Declaro-me, sou

U.P.A,

Gilsianos,

União dos Poetas,

Decifrando o Coração,

Poesias & Poemas,

Poesias e Poemas do Coração,  

Peregrina e Amigos,

Literatura 0o-line,

Amantes da Leitura e da Poesia,

Afagos na Alma,

Versos e Chiques,

Florescer em Poesias,

Vicaria Amor e Poesia,

Culpa da lua,

Versos Pensamentos e Poesias,

Só Poesias,

Romantismos Poesias e Reflexões,

Fantasias & Paixão,

Poesia só Poesia,

Romantismo Poesias e Reflexões,

Fantasias & Paixão,

Sociedade dos Poetas Vivos,

A tua Poesia,

Poesia,

Nossa Essência,

Passarela Literária.

 

Vocês me relatam,

Eu me delato entre versos,

Entre letras e versos somos

Poetas!

 

Autor: Cláudio Luz/Luz do Almada Souza

Direitos reservados:

Lei de Direitos Autorais nº 9.610/1998

 

 

 

Voici une traduction française du poème "Quando os meus versos ressoam" de Cláudio Luz, qui capture l'essence du texte original. Ce poème célèbre l'écriture et l'union des poètes à travers la lecture et la création littéraire.


Lorsque mes vers résonnent,
J'entends la résonance de mes vers,
Je suis poète, j'écris en lignes courbes,
Vers joyeux, complaintes, rencontres avec
Le vent, vols alternés, atterrissages
Imminents, Plongée.


Je dévore et j'applaudis les vers des autres,
Je me déclare, je suis
U.P.A,
Gilsianos,
União dos Poetas,
Decifrando o Coração,
Poesias & Poemas,
Poesias e Poemas do Coração,
Peregrina e Amigos,
Literatura 0o-line,
Amantes da Leitura e da Poesia,
Afagos na Alma,
Versos e Chiques,
Florescer em Poesias,
Vicaria Amor e Poesia,
Culpa da lua,
Versos Pensamentos e Poesias,
Só Poesias,
Romantismos Poesias e Reflexões,
Fantasias & Paixão,
Poesia só Poesia,
Romantismo Poesias e Reflexões,
Fantasias & Paixão,
Sociedade dos Poetas Vivos,
A tua Poesia,
Poesia,
Nossa Essência,
Passarela Literária.


Vous me racontez,
Je me dévoile parmi les vers,
Entre lettres et vers nous sommes
Poètes !

quarta-feira, 17 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluzpalavras

Palavras em construção


 

Somos favoritos,

Somos teias, tecemos palavras,

Exaltamos sentimentos, somos risos

E lágrimas, em tempos de contradições

E intempéries, obtusos talvez.

 

Criamos eternas palavras, entre o

A e o Z, o Alfa e o Ômega, principio

E o fim, somos confusos.

Escutamos as transversais em plenas

Curvas, da direita ou da esquerda,

destinamos perspectivas, talvez

alvissareiras, quem sabe.

 

Em estrofes cumprimos o ritual cotidiano,

Gritamos palavras, conversamos como

Se loucos fossemos, voamos entre

Conversas, pousamos nos estreitos

Da pontuação, somos elos que não

Se une, se unimos, somos apenas poetas,

Já não declamamos nas praças vazias.


segunda-feira, 15 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluzpaixao

Loucuras incoerentes


O perfume das rosas são

Doces, mas preferimos nos ferir

Com os espinhos, somos loucos.

 

Aspiramos os perfumes que exalam dos

Sândalos, mas nos portamos como

O machado que o fere.

 

Ouvimos os uivos das tempestades poentes,

Mas somos surdos aos apelos das

Brisas matinais.

 

Sorrimos entre fantasias aparentes,

Mas somos lágrimas copiosas de

Incompreensões.

 

Preferimos a loucura, mas pensamos

Que estamos sendo amado (in) condicionalmente

Para a eternidade, ou conseguiremos

Imaginar um amor perfeito?

 

Se a loucura é poesia sem palavras; a ilusão

é a pintura sem imagem, porém, nada produz

tantas palavras do que uma louca paixão.

sábado, 13 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluzsolidao

Solitário

 


Reescrevo-me, visto-me a rigor,

sem ter cartas nas mangas, sou um

cavalheiro solitário.

 

Busco sentidos, formas herméticas

Sobrevoam a minha mente, agora inerte

bebo do sentido da vida, sigo em frente.

 

Inerentes são as trilhas, opostos são

Os retornos de mão única, são retornos

Perpetrados pelo destino.

 

Estou só, vislumbro o horizonte,

sou peregrino tentando não olhar

para trás.

 

Pensamentos me corrói, o destino

Me aguarda no final da estrada, perco-me,

estou só.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluztocoosseusolhos

Toco os seus olhos

 


Toco os seus olhos, na distância,

Busco sentidos, prolifero entre

Sentimentos latentes, que me invadem

Na noite, sou relâmpago.

 

Toco os seus olhos, para sentir a

Brisa que baila entre os seus cabelos,

Agora revoltos, estou distante.

 

Quando as palavras me invadem,

as incertezas persistem em nos sufocar,

somos o que fomos, e o que queremos ser.

 

Aprofundo-me, a sinestesias não nos

Aproximam, somos solidão, somos

O que deixamos nos perder na linha tênue

Do tempo, agora somos distância.

 

Incensamos o futuro, estamos ao Deus

Dará, e se Deus não dá, seremos apenas

Estradas opostas, sem nos olhares.

 

Quando toco os seus olhos, sinto saudades.

sábado, 6 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluzabraços

Anunciação de luzes

 


O retorno está próximo, as

Luzes brilham, não por acaso,

São sinais intercalados, que

Manifestam uma nova anunciação,

Tu vens?

 

Clarezas abalam o meu peito,

 

Agora cheio de perspectivas não

Custa sonhar, nem todos os sonhos

São em vão.

 

Reflito o ontem, busco o hoje, que

Talvez só chegue no novo amanhecer

Dançante, sem fantasias, te espero.

 

A vida já não é mais longeva, os segundos

Escasseiam entre nuvens, agora derramando

Dadivas de reconciliações, anunciada por um

Anjo que dança, entre o humano e o

Divino, que quer que nos abraçarmos mais

uma vez.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluzcalmaria

Ó Minh’ alma

 


Ó Minha’ alma, clamo-te que espere

Silenciosamente a próxima aurora,

Que deverá trazer esperanças, quem sabe

Uma sinfonia inacabada, ou uma nova ode,

Ao silêncio que agora reina.

 

Ó Minha’ alma, chegue batendo palmas,

Encantando-me de novo, torna-me

Alvissareiro, alvissaras declamarei

o que agora me fere.

 

Ouvirei os cantos das sereias, mergulharei 

numa nova Odisseia, não homérica, mas navegarei

Num espaço celeste que os apaixonados

Chamam de renascimento, quem sabe buscarei 

uma nova Ilíada?

 

Que eu me embriague nas

Noites insones.

 Ó Minh’ alma!

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Talvez o amor

 


Talvez o amor renasça de

Novo, talvez antes do verão ou

No início do próximo inverno,

Antes tarde do que nunca, assim

É o compasso de espera.

 

Pavimento estradas, sonharei com

As cores das orquídeas Cattleyas, que

Povoam as minhas ilusões e o desejo

De amar de novo, é o tempo.


Disfarço-me de Pierrot, não estou

Melancólico, apenas deixei a ingenuidade

De lado, do lado de fora da janela

Do meu quarto, agora sombrio.

 

Entrego-me na madrugada, bebo o

Cálice gélido da solidão, agora

Não acompanhada, banho-me com

O prateado da lua minguante, espero

A lua nova, que logo despertará em mim

Uma nova estrada, para que eu não

Tenha que atravessar de calçada,

para não te encontrar de novo.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

apoesiadeclaudioluzsonhos

O sol também sonha


Mesmo falhando o sol também

sonha em dias de chuva, torrenciais

ou não, sonha que a sublimação

se perca em dias chuvosos e

cinzentos para ele brilhar.


Mesmo que a chuva persista em

Orvalhar o amor crescente, somos

Chão firme e relvas que revoam até

O infinito amor, que não nos prendeu,

Apenas nos deixou órfãos.

 

Somos como o oceano, nos apaixonamos

Como tempestades, pensávamos

Em eternidades, mas contemplamos

Os sonhos antes perenes, que nos

Alimentavam como o mar que

Sonhava com as gotas da chuva

Para se eternizar.

 

Agora somos o que o destino

Quis, sem o orvalho que nos

Fazia aquecer sem morrer.

 

Le soleil aussi rêve

 

Mesmo assim, le soleil aussi
rêve les jours de pluie, torrentielles
ou non, il rêve que la sublimation
se perde nos dias pluvieux et
gris pour qu'il puisse briller.
Mesmo que a pena persista à
arroser o amor grandioso, nous sommes
une terre ferme et des herbes qui s'envolent vers
l'amour infini, qui ne nous a pas emprisonnés,
il nous a seulement laissés orphelins.

Nous sommes como o oceano, nous tombons amoureux
comome des tempêtes, nous pensions
às des eternités, mas nous contemplons
les rêves autrefois pérennes, qui nous
nourrissaient como la mer qui
rêvait des gouttes de pluie
pour s'éterniser.

Maintenant, nous sommes ce que le destin
a voulu, sans la rosée qui nous
faisait chauffer sans mourir.