segunda-feira, 27 de julho de 2026

J'ai fermé la boîte de Pandora, j'ai laissé l'espoir à l'extérieur

J'ai fermé la boîte de Pandora, j'ai laissé l'espoir à l'extérieur

 


J'ai fermé la mythique boîte de Pandora,
Faite par Héphaïstos, dieu du feu et des
métaux, avec Athéna, déesse de la justice
Et de la sagesse, chargés qu'ils furent
Par Zeus.

 

J'essaie par des rêves d'ignorer tous les malheurs
Du monde, guerres, tragédies personnelles, en revoyant
L'espoir de guérir mon corps et mon âme
Des méfaits du monde, qui nous trompe toujours,
Avec des pièges qui tuent le corps et l'âme.

 

Maintenant le feu brûle, réchauffant les métaux, qui ne
Font pas fondre les maux qui nous affligent au quotidien,
Comme si nous étions des marionnettes, abattus avant
Les penalties mal sifflés par les juges injustes
Qui condamnent nos destins, à doses
Homéopathiques, comme si c'était notre pain quotidien.

 

Héphaïstos et Athéna ont désobéi, peut-être pour
Laisser un seul don: L'espoir, qui nous fait vivre,
Même dans les sursauts de se réveiller pour un autre jour
Avec la paix ou sine qua non.

 

 

 

Autor: Cláudio Luz/Luz do Almada Souza
Tous droits réservés:
Loi sur le Droit d'Auteur nº 9.610/1998

apoesiadeclaudioluzcompandora

Fechei a Caixa de Pandora, deixei a esperança do lado de fora

Fechei a Mitológica Caixa de Pandora,

Feita por Hefesto, deus do fogo e dos

metais, junto com Atena, deusa da justiça

E da sabedoria, encarregados que foram

Por Zeus.

 

Tento por sonhos ignorar todas as desgraças

Mundo, Guerras, tragédias pessoais, revendo

A esperança de curar o meu corpo e a minha alma

Dos malefícios do mundo, que nos ilude sempre,

Com armadilhas que matam o corpo e a alma.

 

Agora o fogo arde, esquentando os metais, que não

Derretem os males que nos afligem no cotidiano,

Como se fossemos marionetes, derrubados antes

Dos penaltys mal marcado pelos juízes injustos

Que condenam os nossos destinos, em doses

Homeopáticas, como se fosse o pão nosso de cada dia.

 

Hefesto e Atena foram desobedientes, talvez por

Deixar um único dom: A esperança, que nos faz viver,

Mesmo em Sobressaltos de acordar para mais um dia

Com paz ou Sine qua non.

domingo, 26 de julho de 2026

apoesiadeclaudioluzposludio

Prelúdio para encantar a exaltação

 


“Praeludium!”, a minha alma se regozija,

Rasgo-me, o silêncio não me cala,

Cedo as palavras que me limitam, abro

A palma da mão, resigno-me sem lamentos,

Te exalto entre os cantos das sereias e

A cítara de Orfeu.

 

O prelúdio da vida a dois já não nos

Sufocam, transbordamos o mundo mais

Uma vez diáfano, com leveza, banho-me

Para a purificação do ébano, não sou

Planta nobre, apenas um jovem mancebo

contando as estrelas desaparecidas desde

os tempos de outrora.

 

Evoco almas, os sentimentos puros agora

Não tem peso material, sou leve como plumas, o

Empo urge, a emoção toma conta da luz,

Te exalto, a minha voz já não chega a ti, o riso

Ressoa, os ventos nos espalham, somos apenas

Pós-lúdio sem exaltação,

 

 

 

Autor: Cláudio Luz/Luz do Almada Souza
Tous droits réservés:
Loi sur le Droit d'Auteur nº 9.610/1998

sexta-feira, 24 de julho de 2026

 Que o amor saiba que continuamos vivo



Viver não combina com adiamentos, o

Agora nos sufoca, a ansiedade amorosa

Nos define, entre o continuar ou ir

Embora, o sinal está vermelho, o amarelo

Da indecisão nos perturba, o verde nos

Opina.

 

Assim é o trafego do amor condicional,

Antes incondicional, dito através dos

Primeiros olhares, quando objetos não

Identificados nos provocavam, certezas

À parte.

 

No balanço das horas aproveitamos

Instantes de neologias, somos próceres,

Somos dialetos ao declamarmos um amor

Que pensamos ser imortal.

 

O esotérico confabula conosco, engolimos

Paciência em doses homéricas, somos

Odisseias, tocamos batalhas intimas.

 

Somos perdões rotineiros, ouvimos

O canto das sereias, escasseamos desejos,

Proliferamos dúvidas, não somos opiniões,

Somos apenas o que as quimeras cantam.

 

Somos colheitas entre o joio e o trigo,

Basta escolhermos aonde e como queremos

Que os destinos nos façam ir, entre

Volúpias de um epitáfio que não nos quer e

não o desejamos não despertamos.

 

Meu coração só pede o seu amor, se não

Me quiseres posso até morrer.

 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

apoesiadeclaudioluzbonjour

 Bonjour Marie,


Doces memórias me encorpam,

Não me lamento dos sonhos desfeitos,

O agora importa mais, embora o sol

Esteja sombrio vejo claridade nos seus

Olhares matinais.

 

Não caminhamos pela mesma estrada,

Caminhamos entre pensamentos do que

Foi e o que poderia ser nesta manhã.

 

As bifurcações não nos impedem se voltarmos

A segui nos mesmos caminhos de d’antes,

Ao contrário nos convida a sonhar numa

Nova seara de luz.

 

É o convite que possuo entre os pensamentos

Que me invade neste novo dia, entre dialéticas

E sonhos que ainda estão vivos.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

apoesiadeclaudioluzsangrando

Sangrando

 


O eu-lírico me domina, os diálogos

Íntimos cessaram, a voracidade metafórica

Esta reclusa, não me curvo, o caminho

De volta é longo, o que fazer a não

Ser beijar as flores que me guiam.

 

...E o vento levou, quando a sorte foi lançada,

Meus olhos secaram os espelhos, a lua de

Sangue continua impávida, o meu coração

Agora resgata as cicatrizes, piso

Em chão firme, não me detenho.

 

Os anjos me cerceiam, entre

Emaranhados me liberto, sou místico,

alço voos infinitos, o que passou

passou.

 

Já não sangro, e se por acaso ainda

Continuasse sangrando, não seria

Entre tubarões, sangraria caminhando

Entre sonhos, buscando uma nova

Perspectiva, entre o futuro e o

Passado sem abrir mão do presente

Agora rejuvenescido, entre o advir, seja

O que Deus quiser.

 

 

 

Autor: Cláudio Luz/Luz do Almada Souza
Tous droits réservés:
Loi sur le Droit d'Auteur nº 9.610/1998

domingo, 19 de julho de 2026

APOESIADECLAUDIODALUZDOMINICAL

Innamorata

 


Namorada amada, quando

Você partiu deixou dores e

Apegos, um coração ilusório

Agora bate no meu peito, o mundo

Fictício me comtempla.

 

Éramos amantes e sonhadores, não nos

Importava o tempo, deliciávamos com as

Fases da lua, com o calor do sol e com

A mansidão das estrelas.

 

Revirávamos as ondas do mar, cobríamos de

Areias, salgava-os nossos corpos em derredor

Das juras e promessas que cabiam em nós.

 

O tempo passou rastejante, ficamos só,

Presumimos que nunca teríamos fim, mas os

Passos encurtaram, as nossas vozes

Emudeceram, o eu te amo perdeu-se no tempo  

Da solidão, que agora observamos olhando

Nos espelhos que antes refletiam nós dois.