Quando soube que eu te amava
Soube que eu te amava,
Quando a noite chegou
na ilha
Dos seus sonhos,
cristais pulularam dos
Meus olhos, como
mágico pisei nas
Areias brancas, toques
de magias me
Possuíram ao
bel-prazer, fui teu.
Percebi que éramos
dois na
Caminhada sem fim, no
tocar das
Nossas frontes,
curtindo os batimentos
Dos nossos corações,
fora de orbita,
Estávamos.
Desnudei-me da solidão,
antes companheira,
Dancei nas nuvens,
bebi água da chuva, raios
De sentimentos me
completaram, ao te ver,
Capitulei.
Bebi do cântaro dos
pássaros, ardentes os
Ventos me procriaram,
nasci um novo ser,
Criei raízes, rios de
caricias foram procriadas
Para nos unir, entre o
calor da noite, querendo
O raiar do novo dia
nascer, andar pela nova fronteira,
Dissipando incertezas,
amamentando novos
Momentos a nos
eternizar.
Por isso te amo!
Cláudio Luz/Luz do Almada
Souza
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