Ouço sussurros vindo
dos Montes Urais
Divago lendo os frutos
poéticos do
Doutor Jivago, para Lara, penso
em me transportar
Para Varykino, o
caos está próximo, a neve
Torrencial se
manifesta quando eu penso
Em capitular, entre
silêncio me refúgio e
escrevo.
Os Montes Urais
fascinam os meus
Pensamentos de
aventura, a minha alma
Está em plena
ebulição poéticas,
Não me indago.
Emblemáticos são os
meus versos, às vezes
O amor perdido
protagoniza os escritos,
O lápis desfila
sentimentos, atuando como
Um acontecimento
para que a escrita que
Me conduza, leio a
minha alma.
Algo
me impele, estou forte, sou verdadeiro,
ou
inabalável, com um amor concreto,
argumento
o sólido, neste compasso de espera,
o
trem aproxima-se da estação.
Banho-me na noite
invernal, santifico o templo,
Sou o espirito, as
palavras do espirito
Poético me purifica,
estou em estado sólido,
A fervura do meu
coração não me disfarça.
Me penitencio, passo
as noites em claro
escrevendo poesia, enquanto os lobos uivam
do lado fora do meu coração.
A esperança será sempre a última parada
Desta aventura em busca de ti.