Divagações matinais
Acordei, beijo o novo dia, afago
A lua que agora se despede, os
Sonhos tornam-se concretos, encanto-me,
Sou diurno.
Divago-me em desvaneios, sou a ruptura
De logicas, embriago-me com o
orvalho
Que o sereno trouxe para mim,
A solidão não me aflige.
Estou de mal com o passado, não
Sucumbo, pois o ontem foi o ontem e
O amanhã é aqui e agora, reflito
Entre saudações ao sol, não planto
Rosas, imagino agora ir a uma
floricultura,
Para perfumar as lembranças deixadas por quem
Partiu.
