Não toco Alaúde
Não toco Alaúde,
toco a sua alma
romântica,
toco a poesia que te encanta,
somos plebeus, a noite
nos representam,
somos líricos.
As saudades não nos
submetem, não somos
Desvairados, somos
alegrias, tristezas
Icônicas, a solidão
não nos vence.
Somos multidões
aglutinadas para
Ouvir o concerto de
alaúdes, que
Brota como instrumento
único.
As harmonias nos
seduzem, somos
Pássaros em revoadas
constantes,
Galgamos o infinito,
somos anjos
Com citaras, não
desafinamos, os
Sentimentos afloram em
nossos
Dedos, em forma
divinal adormecida.
Encantamos o
firmamento com duetos
Infinitos, como os
céus, como sempre azul.
Azul alaúde celeste.

