terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

apoesiadeclaudioluzclarim

O toque do silêncio         

 


Um clarim ao longe desperta-me,

Desvirgino a noite, peregrino

Poesias, infausto é o tempo, o vento

Clama despertando a aurora, vejo

O sol vestido de luz majestosa,

Levanto-me.

 

Levanto-me entre deleites sonhados,

Sou templário, não busco sacrilégios,

Sinto a razão do tempo, preciso correr

Para não perder o orvalho que vem

De ti.

 

Sacio-me só em te ver, que despertas

Arrumando as estrelas contadas na noite,

Sonhamos a dois, colhemos o café em

Gotas solúveis, o branco de sua alma

Me redime, estou salvo.

 

Não lamento pela chuva que cai,

Alegro-me com o calor da sua alma gêmea,

Que completa a nossa jornada, antes

De um novo toque do clarim que silenciará o dia.

apoesiadeclaudioluzacontecimntos

Acontecimentos

 


E que tudo nos aconteça,

Mas que seja real, que não

Seja palpável igual as estrelas,

Mas como o chão que pisamos, às vezes

ferindo os nossos caminhares.

 

Somos carregados de sonhos,

Somos andarilhos com os olhos

Brilhantes, por contarmos os nossos

Passos itinerantes seguimos.

 

Somos a medida dos nossos corações,

Como é concreto o amor que sentimos,

Ao longo da noite quando sonhamos

Caminhar na mesma direção.

 

Mas é necessário o açoite dos ventos, só assim

Poderemos andar como enamorados que

somos.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

APOESIADECLAUDIOLUZ

Minha Deusa


Bate no meu coração, refaz-me, te amo,

não tenho vergonha de dizer,

bate no meu coração, apanha-me sem

contraditórios, propaga-me entre

os ventos, sou tempestades.

 

Censura-me quando eu andar

Nas escuridões, incertezas fazem parte

Do jogo, derrotas não são o meu forte,

Mas amar sem ilusões é o produto

Do caos.

 

Não desista de mim, fragilizado sãos os

Meus sonhos, quando intercalo fantasias

Visto-me de festa, brilho nos

Turbilhões de luzes, quando você vem

Inspira-me poesias pioneiras.

Sou parte do jogo dos versos,

sensitivas tu és, desfilando entre

brilhos, ondas do mar te saúdam,

as minhas criações te fazem Deusa

De Luz, iluminada de neons tu és

Minha Amada Mulher.

 

Cláudio Luz/Luz do Almada Souza

apoesiadeclaudioluzindefinições

 Indefinições

 


O sonho era de Ícaro,

As asas eram do Cupido,

O tempo era de Cronos,

Viver o amor realista são nosso.

 

Pinçamos declarações amorosas,

Usamo-nos, somos o milagre.,

Sangramos Éros, ferimos os

Sonhos, pisamos nas estrelas,

Em altos relevos mergulhamos

Na luz flutuante, mesmo tênue.

 

Afrodite nos incensa, somos um

Só corpo, vivemos o amor, bebemos nos

Cálices, nem sempre nos embriagamos,

Banhamo-nos, em enlevo, somos líricos

Em embevecimentos, extasiamo-nos,

É o princípio do que nunca terá fim,

Nem indefinições, unimo-nos sem

Arrebatamentos previsíveis.

 

 

Cláudio Luz/Luz do Almada Souza

domingo, 1 de fevereiro de 2026

apoesiadeclaudioluzOdoyá

Promessas de Odoyá

 


2 de fevereiro é amanhã,

Um dia qualquer, talvez não!

Escorro minhas mãos nas águas salgadas,

O sol empoderado me abençoa,

Promessas banham-me, que as

Dádivas que eu não mereço se

Furtem no mar.

 

Que eu seja espalhado nos

Risos vadios, que os meus

Lábios beije-te com

Gosto de salitre, que as aragens

Dos ventos não me cause

Phrenesias.

 

Que as promessas dos seus

Olhos incontidos prenhe-me

Do amor incontidos, que eu

Depositei no seu coração.

 

Odociaba! Èéru Iya!

 

Cláudio Luz

sábado, 31 de janeiro de 2026

apoesiadeclaudioluzcomespinhos

Poesias em pedras com espinhos



Eis a proclamação!

“Eu vos digo, que se eles calarem

 os profetas as pedras gritarão”

(Lc 19, 40).

 

Eis o compositor:

“Atire a primeira pedra, ai, ai, ai

Aquele que não sofreu por amor

(Ataulfo Alves).

 

É um longo caminho a percorrer

Pelas estradas de tijolos amarelos,

“Goodbye Yellow brick road”, vaticinou

O letrista, eis a forma de tirar leite

De pedras sem ferir o coração

Andante.

 

Enquanto os corações de pedras

cambaleiam entre muros, alucinados

Pelas pontes, caminhos pedregosos

fascinam!

 

Questão de óticas semânticas,

Afinal pedras são pedras, palavras

São somente palavras, profecias

São profecias, músicas são

Musicas e poesias são o pudor

Das almas vestidas ou despudoradas.

 

Quando o poeta constrói sequeiros de

Espinhos sentimentais, declama

Amores, as vezes dores estampadas

no eterno Céus.

pARABÉNS aLEXIA!

Alexia,

 


Mais uma etapa completa-se em sua vida, não é mais um aniversário, mas uma dádiva de Deus, inscrita nos pergaminhos eternos, que te define como defensora de sonhos alcançáveis, guerreira constante em busca do inalcançável, que brilha entre as estrelas a lua e o sol, que tem te aquecido, desde o seu nascimento.

 

Ao procurar o significado do seu nome, que vem do grego “Alexo”, verbo “Alexein”, defensora e protetora, distingue-se:

 

Aquela que protege, está proteção é demonstrada no seio onde Deus escolheu para você viver, uma mulher forte que tem como sentido de vida amparar aos outros.

 

Desejo-te Muita Luz, Saúde, Paz constantes e que O Pai, o Filho e o Espirito Santo, junto com os Santos Anjos esteja em sua vida hoje e sempre. Bençãos de Maria Santíssima!  

 

Bjussssssss!

 

Cláudio Luz