Deo Gratias poeta
Deo Gratias,
Sou artífice de poeta, não
declamo,
Expresso entre olhos, olho
o semblante
Dos seus pensamentos,
quando lê os meus versos
Não ufanos, apenas
melódica.
Os meus versos descem
ladeiras
Escorregadias, são as
palavras degraus, expresso
O que a natureza nos
oferece, de pétalas
Em pétalas, espinhos em
contrapontos
Ferem os meus dedos, vejo
translucido o
Arfar do seu coração, bate
por mim?
Pensei em escrever como um
poeta
Santo, ouvi uma voz!
Desista, pois
Nem sempre os céus são
para os poetas.
Transcrevo um provável
futuro, quebrou a
Ponta do lápis, rasgou o
papel almaço,
Não amassado, como o pão
pisado, gotículas de
Vinhos me saciam, sou
ávido, busco você
Que me abraça, incontestes
clamamos,
Deo Gratias!

