Iluminuras almadense
Tergiverso olhando os seus
olhos,
Estou vago de sentimentos,
revejo as
Iluminuras que banhavam o
nosso amar.
Agora que distante, não
tento mais
Decifrar o antes e o
depois, sou ilusão,
Agora precoce, sonho.
Antes eu aspirava desejos impossíveis,
Não os desejos mais, agora
já não tenho
Sonhos em meu coração, não
tenho a
Graça de realiza-los,
mesmo que fosse
Um desejo divino.
Cubro a lua que despe os meus
olhos,
Agora distante, sigo os
passos, sou
Estrada, sou aquele que
caminha
Livremente entre estrelas
e o estreito
Que beira o chão para não tropeçar
De novo, por uma doce e
repentina ilusão,
Desfaço-me.
Navego no Rio Almada, remo
para o lado
Oposto com todas as
forças, é preciso
Agora navegar, chega de
amores
Pueris, que não me levaram
para um
Porto seguro.
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