O sol também sonha
Mesmo falhando o sol também
sonha em dias de chuva,
torrenciais
ou não, sonha que a sublimação
se perca em dias
chuvosos e
cinzentos para ele
brilhar.
Mesmo que a chuva persista
em
Orvalhar o amor crescente,
somos
Chão firme e relvas que
revoam até
O infinito amor, que não
nos prendeu,
Apenas nos deixou órfãos.
Somos como o oceano, nos
apaixonamos
Como tempestades, pensávamos
Em eternidades, mas
contemplamos
Os sonhos antes perenes,
que nos
Alimentavam como o mar
que
Sonhava com as gotas da
chuva
Para se eternizar.
Agora somos o que o
destino
Quis, sem o orvalho que
nos
Fazia aquecer sem
morrer.
Le soleil aussi rêve
Mesmo assim, le soleil
aussi
rêve les jours de pluie, torrentielles
ou non, il rêve que la sublimation
se perde nos dias pluvieux et
gris pour qu'il puisse briller.
Mesmo que a pena persista à
arroser o amor grandioso, nous sommes
une terre ferme et des herbes qui s'envolent vers
l'amour infini, qui ne nous a pas emprisonnés,
il nous a seulement laissés orphelins.
Nous sommes como o
oceano, nous tombons amoureux
comome des tempêtes, nous pensions
às des eternités, mas nous contemplons
les rêves autrefois pérennes, qui nous
nourrissaient como la mer qui
rêvait des gouttes de pluie
pour s'éterniser.
Maintenant, nous sommes
ce que le destin
a voulu, sans la rosée qui nous
faisait chauffer sans mourir.
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