quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

apoesiadeclaudioluzmusical

Não toco Alaúde


Não toco Alaúde,

toco a sua alma romântica,

toco a poesia que te encanta,

somos plebeus, a noite nos representam,

somos líricos.

 

As saudades não nos submetem, não somos

Desvairados, somos alegrias, tristezas

Icônicas, a solidão não nos vence.

 

Somos multidões aglutinadas para

Ouvir o concerto de alaúdes, que

Brota como instrumento único.

 

As harmonias nos seduzem, somos

Pássaros em revoadas constantes,

Galgamos o infinito, somos anjos

Com citaras, não desafinamos, os

Sentimentos afloram em nossos

Dedos, em forma divinal adormecida.

 

Encantamos o firmamento com duetos

Infinitos, como os céus, como sempre azul.

Azul alaúde celeste.

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