Indefinições
O sonho era de Ícaro,
As asas eram do Cupido,
O tempo era de
Cronos,
Viver o amor
realista são nosso.
Pinçamos declarações
amorosas,
Usamo-nos, somos o
milagre.,
Sangramos Éros,
ferimos os
Sonhos, pisamos nas
estrelas,
Em altos relevos
mergulhamos
Na luz flutuante,
mesmo tênue.
Afrodite nos
incensa, somos um
Só corpo, vivemos o
amor, bebemos nos
Cálices, nem sempre nos
embriagamos,
Banhamo-nos, em
enlevo, somos líricos
Em embevecimentos, extasiamo-nos,
É o princípio do que
nunca terá fim,
Nem indefinições,
unimo-nos sem
Arrebatamentos previsíveis.
Cláudio Luz/Luz do
Almada Souza
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