Promessas de Odoyá
2 de fevereiro é amanhã,
Um dia qualquer, talvez não!
Escorro minhas mãos nas águas salgadas,
O sol empoderado me abençoa,
Promessas banham-me, que as
Dádivas que eu não mereço se
Furtem no mar.
Que eu seja espalhado nos
Risos vadios, que os meus
Lábios beije-te com
Gosto de salitre, que as aragens
Dos ventos não me cause
Phrenesias.
Que as promessas dos
seus
Olhos incontidos prenhe-me
Do amor incontidos,
que eu
Depositei no seu
coração.
Odociaba! Èéru Iya!
Cláudio Luz
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