Sublimação
Transmuto-me em desejos,
Purifico-me entre
devaneios
Absolutos, te penso em
pulsões
Metafóricas, voo para o
absoluto.
O cotidiano já não é o
mesmo, estou
Perdido na multidão, não a
vejo, entre
Pensamentos, sou o
passado.
Idealizo-me, não sei se
buscarei
Um novo horizonte, continuo
poeta,
O tempo está proibido de
me mudar,
Não sei em que ponto cardeal
irei
Me nortear, tudo é indelével,
Não posso esquecer o amor
primitivo, que
Não nos limitavam.
Intitulo-me como sendo o
último romântico
Em tempos de desencontros
e finais, instintivo
Será o tempo sublimado que
agora repousa
No passado, não distante.
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