O poeta de Pirangi

O poeta de Pirangi
O Poeta de Pirangi

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Quando nós te beijamos - apoesiadeclaudioluz


Quando nós te beijamos



Amor filial resplandeceu em nossos

Três Corações que em júbilos cortejava um sonho real.
Bailamos entre cores métricas e cálculos futuros,

Deus derramou dádivas de vida entre estradas

Que ainda vamos percorrer que nos levará a pontes vindouras

E muros inexistentes.
Agora, fronte beijada beijaremos de novo,

Do nascer de uma nova fonte de vida onde iremos beber.
Beijamos a sua fronte, as nossas frontes,

Mergulhando no teu futuro que Deus não deixou morrer,

Construções que virão a nascer por suas mãos.



Pra você filho, de Cláudio, Neide e seus irmãos.

sábado, 27 de abril de 2019

porquehojésabadoapoesiadeclaudioluz

Vau que não naufraga

Se não houvesse você, não sei se acordaria amanhã,
Entre lençóis, perfumados pela sua ausência
E incensos não acendidos.
O que seria do meu acordar, igual a todas as manhãs,
Sem ti, sem a hortelã ou o suco dos teus lábios
Que antes me energizava como orações matinais.
És Vau, envolta em ondas, praias que ia e vinha,
Quando sonhávamos entre tempestades noturnas,
Entre fronhas e lençóis, afagando os nossos ventres,
Trôpego de sonhos que exalava suores latentes,
Que banhavam os nossos corações latentes,
Entre o primeiro sono e o despertar que não quer chegar.
Por que demoras?
 

sexta-feira, 19 de abril de 2019

apoesiadeclaudioluz


Eu vou dizer



Sou pródigo em versos e ilusões, entre

Estradas que eu ainda tento percorrer, preciso é, precioso

Talvez no momento, uníssono nos teus olhos que fitam

O horizonte, onde não estou.

Sou letras, inspirações entre o alfa e o Omega, não consigo

Encontrar-te entre as Cordilheiras dos Andes e as poeiras

Do Atacama admirando o La Moneda e a Casa Rosada, entre

Caminhos bailam sonhando um dia te encontrar, entre acordes

Não incisivos, mas, com um sorriso, ouvindo Carlos Gardel,

Quem sabe Mercedes Sosa, declamando versos de Pablo Neruda,

Gabriela Mistral ou de Claudio Luz e Leda Seara, sob o sol da

Meia noite que nos beijará entre a Patagônia e o Rio Almada.

Somos sementes tenras que um dia brotará mergulhadas no

Balanço das espumas flutuantes que nos banhará.

Sou apenas palavras!







terça-feira, 16 de abril de 2019

apoesiadeclaudioluz


Quando você quiser voltar



Quando você em um encontro de paixão e

Pressa me chamou a te conhecer, apenas como

Um amigo para vivenciar a sua essência de flor e espinhos:

A de que seriamos uma festa eterna.

Percorremos dores de partos, vivenciamos o

Mais puro  que o mês de abril poderia fazer, usamos o melhor

Verbo do amor infinito possível.

Quando você espremia os seus lábios nos meus, sem rumo,

Entre o Rio Cachoeira e o Rio Almada, entre nascedouro que

Fluía do teu ventre, com rumos ou sem rumos, indefinidos,

Revivendo o passado em cada esquina, tendo como companhia

Uma bebida chamada esperança, de como iríamos viver os nossos dias

Mais felizes, contudo os mais indecisos, embebidos pelos incensos

Perfumados apenas coragem, que para nós eram bálsamos que

Liberavam os brilhos dos nossos olhos que ainda aguarda intacto as

Nossas recordações desses anos passados em nossas vidas que

Ainda pode renascer, agora que enxugo os meus versos até as

Próximas noites febris de outono,

De certo, atraído pelo seu brilho, para defendê-la como alguém

Que apesar de ausente sempre esteve presente

Em ti, apaixonado, para você entender mais dos que porquês

Que levam a dizer... Quando você...quiser voltar.



Cláudio Luz

sexta-feira, 29 de março de 2019

apoesiadeclaudioluz



Não te esqueci, esquecer por quê?


Dentro de mim és pétalas,
você fez talvez te esquecer, assim, 
quando novamente te quis
Ouvia aquela canção, cantarolavas: "Ainda Bem"
Entre desencontros, paixões perdidas,
Entradas do amanhecer, últimos acordes da canção que dizia: ainda lembro do ontem, do agora e do depois, sonhos que
Permeavam a noite, boemia entre chuvas
De março.
Fiz mal em mim, mesmo, não pude evitar o último beijo de
Despedida, coração te amando, talvez não mas, o portão entre aberto
sim.
Tento esquecer, como não sei, ouço sussurros, você diz entre utopias que te consomem até hoje entre o passado, o presente, desilusões que não nos deixa dizer:
Ainda bem que você voltou, eu direi: "Ainda bem!
De noite na cama eu fico pensando?
Penso se você me ama, por que dançamos na chuva, desilusões?
O que me importa, talvez, importe o seu carinho agora.

                                    

 A leveza do ar que aspiramos

Aspiro a sua respiração, o meu
Coração dilata, sinto o seu abraçar, comporto-me como resignado, sou seu refém entre prazeres prazerosos, bebo o vinho, sua taça transborda... Sonhos passam em velocidades mil, revejo pensamentos passados.
Quando a conheci em pleno mês de um abril febril, que morena?... Bronzeada ao sol dourado, morena de lá, ondas onde navegam os amantes seguindo o que os corações nos faz sentir, entre o nascer e o por-do-sol entre luares prateados que nos faz orgasmos, um novo porvir, uma nova aurora, momento que habita em ti, amazona, valquíria que luta por um amor recôndito que vem de
Você pra mim.





                         



Não te esqueci, esquecer por quê?


Dentro de mim és pétalas, você fez talvez te esquecer, assim, quando novamente te quis
Ouvia aquela canção, cantarolavas: "Ainda Bem"
Entre desencontros, paixões perdidas,
Entradas do amanhecer, últimos acordes da canção que dizia: ainda lembro do ontem, do agora e do depois, sonhos que
Permeavam a noite, boemia entre chuvas
De março.
Fiz mal em mim, mesmo, não pude evitar o último beijo de
Despedida, coração te amando, talvez não mas, o portão entre aberto
sim.
Tento esquecer, como não sei, ouço sussurros, você diz entre utopias que te consomem até hoje entre o passado, o presente, desilusões que não nos deixa dizer:
Ainda bem que você voltou, eu direi: "Ainda bem!
De noite na cama eu fico pensando?
Penso se você me ama, por que dançamos na chuva, desilusões?
O que me importa, talvez, importe o seu carinho agora.

                               

A leveza do ar que aspiramos

Aspiro a sua respiração, o meu
Coração dilata, sinto o seu abraçar, comporto-me como resignado, sou seu refém entre prazeres prazerosos, bebo o vinho, sua taça transborda... Sonhos passam em velocidades mil, revejo pensamentos passados.
Quando a conheci em pleno mês de um abril febril, que morena?... Bronzeada ao sol dourado, morena de lá, ondas onde navegam os amantes seguindo o que os corações nos faz sentir, entre o nascer e o por-do-sol entre luares prateados que nos faz orgasmos, um novo porvir, uma nova aurora, momento que habita em ti, amazona, valquíria que luta por um amor recôndito que vem de
Você pra mim.




quinta-feira, 28 de março de 2019


Universo entre os nossos olhos



Desenho o universo entre os seus olhos,

Sou alma, amante, espaço no seu corpo, entre

O real e o irreal emanado do amor que

Transpira entre nossas têmporas, temporal

Que condensa a Via Láctea, que povoa os nossos

Sonhos.

Ensaio pensamentos, é mente que sucumbe

Entre túneis do tempo, que nos consome, entre momentos de lucidez

E loucuras lúcidas, lúdicas talvez.

Descobrimos caminhos afinal, navegar no universo é preciso,

Precioso brilhante que toca a menina dos seus olhos que

Refletem o nosso universo de luz,  que iluminam os meus.