segunda-feira, 8 de julho de 2019


Sinuosidades que vem do seu corpo



Invada as minhas veias como a Route 66,

Cordilheiras dos Andes que da cor  

A minha alma, com a sinuosidade do seu corpo, o

Modular dos seus lábios e as gotas densas do coração

Que bate talvez por mim, entre gotas não

Lacrimais, entre sorrisos que brotam dos seus olhos

Que gemem de prazer por mim e por você.

Os sussurros ecoam entre os espaços tenros de luz,

Fugaz, entre o céu e esperanças sinuosas que vem do seu

Corpo em forma de luz, gerada não consubstancial, entre

Juras secretas que emanam da sua mente invadindo a minha,

Pedindo respostas dos espaços sobrepostos que nos

Dividem, mas não nos completa como a Via Láctea, entre

Caleidoscópio e runas, como se amassemos como ciganos

Errantes, esquecendo onde deixamos o ultimo luar.

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Na pele


Na pele



O seu amor está na minha pele,
Que brilha na noite, ofuscando a lua
Que mora em seus olhos que pisca como estrela ascendente pra mim.
O perfume de sua pele me hipnotiza
Como bálsamo que me encanta. Fazendo me voar entre ondas, indo
E voltando, entre os seus lábios que me beija agora.
A sua pele me despe quando a
Encontro, entre volúpias e pensamentos profanos que cabem em
Mim.
Você é a minha pele de luz


apoesiadecaudioluz


Stigmata
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Sinto no meu corpo as marcas que você incrustou na minha alma,

Aparente em meu corpo para que sirva de testemunha,

Que você passou em minha vida.
Entre olhares você bebeu a minha alma,

Jurando amor, e que não iria me ferir

E se ferisse não deixaria marcas visíveis nos meus olhos,

Que agora marcado sente as ilusões que você depositou em mim.
Busco recompor-me, escondo as stigmata que

Você deixou em mim, apesar de não ser santo,

 Você deixou marcas em mim.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

apoesiadeclaudioluz


O meu coração está no seu


Que bom querer estar contigo de novo,

Imóvel como um mogno espero, agora sabendo pra onde ir

Neste inicio de inverno onde o abrasamento

Quem vem do teu corpo agora não ausente,

Antes cálido e indiferente, entre nuvens,

Que agora demonstrará o querer de estar junto de mim.

Você sabe para onde você está vindo?

Você não gostou das coisas que a vida te mostrou?

Você sabe?

Persegues ainda fantasias que antes preencheram

As nossas mentes?

Vivi entre páginas, bebendo vinhos, entre virtudes

Embriagadas, esperando a primavera que passou

Sem eu ver, afinal a primavera nunca esperou para ler

As minhas páginas pressionadas  e adormecidas

Em minhas mãos, entre danças e esperas desenfreadas,

No calor da noite, aspirando ao mogno que queima

Em noites dos Santos, Antônio, João e Pedro,

Enquanto muitos dançam folguedos que ilumina a escuridão.

Vou beber o vinho enquanto está no ponto,

Depois de todos os amores que tive na vida,

Você ainda será a única.

Vem me acalma, beija a minha alma, entre o vermelho

E o negro que nos aquecerá entre paredes e espelhos,

Com razão de você querer estar aqui, entre suspiros, trazendo

O seu coração, sem nulidades que corrompa os nossos sentimentos agora

Febris.

O meu coração está no seu!



sábado, 15 de junho de 2019

Encontros
Encontrei-me ontem contigo,
Você sussurrou o seu nome diante da multidão
Que estavam naquela praça entrecortadas
Entre copos e garrafas mil.
Naquele momento vislumbrei só eu e você,
Fato de fato, só eu e você entre cartas mal escritas,
Promessas que não lavam as nossas almas, divagando entre perfumes que nos inebriava nas madrugadas, eternas, sem fim.
Enquanto eterno dia, amplo e irrestrito,
Sou a sua boca, minha boca que bebe o seu vinho,
Entre carícias que nunca terá fim.
Orgasmos somos nós, estrelas cadentes que caiam dos céus.
Já fiz o meu pedido.


porquehojjeesabadoappoesiadeclaudioluz


Que será de ti

Neste dia, embora não sacrossanto, entre nuvens

e você que não vem mais uma vez, um day-after
Talvez, entre pontes que atravessamos em tempos idos,

Ontem, talvez.
Eu só queria agora te abraçar, convertendo-me

De novo ao decantado amor que mora em mim,

Com certezas e vontade de ressurgir dentro de ti.
Penso, agora existo, o que será de ti,

Relembrando o ontem que talvez, será um novo hoje,

Entre apelos, tergiverso entre ondas flutuantes,

 Gritando ao vento o que será de mim...

Vem beijar-me de novo.



sábado, 8 de junho de 2019

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Tempestades em brumas divinas


Como brisa sou o ar que você respira em mim,

Entre cifras de cítaras, My Sweet Lord, Oh! Meu Deus!
Estou pronto para as tempestades em Avalon,

 Morgana não está aqui?
Sou óbulo ou ósculos, sou oração ou súplicas para o teu corpo,

Que translúcida fica quando em versos te completo,

Entre madrugadas, dias vindouros que virão,

Entre o seu eterno templo de Vênus Platinada,

Impregnada, entre os meus vãs pensamentos

Que não encobre o que penso e quero de ti.
Diga, vale a pena, entre chuvas de estrelas cadentes,

Quantos pedidos eu já fiz entre o Armageddon

E os cincos elementos que compõe o meu ser "Água, terra,

Fogo, ar “e o amor”, Que também estão presentes em você,

Quando busco o seu querer demais.