Lua cândida sobre a rosa cálida
Quem dera que a lua fosse transparente,
O meu coração por certo teria a certeza
Do romantismo que ela perpetua na
Minha mente e no meu coração.
O meu coração perpetuo, veria o outro lado,
Assim como as rosas que eu a vejo em todos
Os ângulos possíveis e impossíveis.
Não seria necessário que a lua possuísse
Espinhos, mas que espinho, eu queria
Que ela me desse certeza do quanto
É importante ter dois pensamentos,
Assim é a bondade e a maldade que nos
Faz rir e chorar ao mesmo tempo.
Colhemos rosas, nos ferimos com
Os seus espinhos, feridas que são curadas
Com o perfume vindo dela, não a de Hiroshima
E nem a de Nagasaki que só trouxeram
Dores e sofrimentos.
Resta-me a exclamar, onde estará a lua, que foi
Testemunhas da rosa que depositei em suas mãos!
Onde estará rosa? Ainda bem que
Através da lua cândida eu a vejo
Aonde você a escondeu, mas não
Posso a tê-la de volta.
Bebo os espinhos! Por ainda ter lágrimas,
Não me embriago.
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