O poeta de Pirangi

O poeta de Pirangi
O Poeta de Pirangi

sexta-feira, 17 de julho de 2020

apoesiadeclaudioluz Sextouuuuu


O meu piano te toca
Vulcão Musical Retrato Da Menina Bonita Que Joga O Piano No ...
O meu piano te toca, canções sobre
Fotografias, escritos e lembranças que invadem
Os espaços das teclas
Alvinegras, que embaraçam os meus
Olhares dirigidos a ti.
Leio-te entre partituras que semeia o
Seu corpo que baila entre luzes de neons,
Entre acalantos e músicas que te vestem.
Os meus sentimentos são sóbrios, musicais e poéticos
Quando eu quero falar de ti.
Entre nós não haverá a última música,
Somente a sua fotografia sob o piano que
Nunca toquei.


quarta-feira, 15 de julho de 2020

apoesiademariaflor

Maria Flor, Flor Maria
Pin de MªRosa Motiño em futbol | Meninas jogando futebol, Desenho ...


Ávida por uma poesia sem espinhos.
Menina alegre, saltita no
Jardim da praça, quicando a bola, esperando a primavera
Chegar.
Cavalga como uma princesa banhada
Pelos luares de julho, esperando a
Primavera que lhe transformará em
Pétalas de Rosas banhada pelo orvalho
Matinal e os raios solares que te
Despertará.


Minh’alma
♥ De Coração a Coração ♥: LANTERNAS - ILUMINANDO A ESCURIDÃO ... 
Minh’alma te ilumina, ouça a minha voz, observe a luz
Que emana dos nossos corpos, como se não estivéssemos
Na escuridão da luz que nos acende.
Ouço a sua voz, coração pulsando, alma que entrelaça
Na minha nos aquietando entre múrmuros, extravasando
Sentimentos antes inexistentes,
A penumbra nos cobre somos lençóis que não nos cobre desde
O inicio da noite e estarão amarrotados na manhã que
Nos espera.
O sol á está presente querendo nos bronzear mesmo
Sendo inverno.
Minh’alma bebe os seus versos entre cafés poéticos e
Toques de amor que não deixa parar de poetizar.
Minh’alma vive como a letra Z's (Nós vivemos), do alfabeto grego, sem pensar
No Alpha e no Ômega,
Que venha a luz dos seus olhos pra nos vestir.

Cláudio Luz

apoesiadeclaudioluz

Apenas uma canção
On Words: What, Exactly, Is Rock 'n' Roll? | UVA Today        
Salve o dia do Rock
Apenas uma canção, Oh! Carol, Rock and Roll,
que ainda fluem entre estradas que
Os meus sonhos ainda
Percorrem, entre guitarras, e estilos diferenciados.
Onde estará Litlle Richard, Bill Halley,
Neil Sedaka e Elvis Presley, cantando
Love me tender ou os The Fevers, Erasmo Carlos e Eduardo
Araújo, rockeiros de estradas e rotas.
O Rock está vivo, Raul Seixas que o
Diga entre paradigmas e mensagens limítrofes,
acordes dissonantes, quando
Eu amava os The Beatles e os Rollings
Stones.
Vamos beber B.B. King, ouvindo Blues
Em homenagem ao Rock and Roll.
Agora tomo Banho de lua, com Cely
Campelo estou indo Pra festa de arromba.
Para o mundo que eu quero descer.

As minhas orquídeas florescem
As nossas orquídeas
Florescem quando as plantamos em duas mãos,
terreno fértil, cumplicidades e
Inspirações, entre as árvores que
Sombreiam as nossas plantas nativas,
Em sintonia com o firmamento.
No princípio tudo foi criado, somos
Barros e costelas, vidas que
Emanam vidas, entre histórias e um
Amanhã que talvez não venha em forma
De amor.
A chuva agora cai, sinfonias para as
Orquídeas e Bromélias que ousamos
Plantar.
Toco as suas mãos, és barros enquanto
Procuro ser o seu chão.
É preciso cultivar os nossos jardins

Continuo navegando

Continuo navegando entre palavras, mares calmos,
gotas de serenos fluentes que entorna no seu corpo.
Somos navegantes em busca do alto mar,
Das palavras e nas ondas que nos acalma,
entre corações dilacerados por
Falta de inspirações.
Tempo difíceis,
Agonias e êxtases, que nos consomem
Nesses dias apocalípticos, observando
O amanhã, talvez.
Escrevo-te está Carta, não como um
Descobridor de sonhos, mas como um
Infante que tenta ser poeta em épocas
Distintas.          
Continuarei construindo embarcações
De versos e como desbravador, quem
Sabe vou levar os meus versos a ti.
Navegar é preciso!



segunda-feira, 13 de julho de 2020

apoesiadeclaudioluz Segundona


Inspirações

Não faço poesias atoa, sem sentimentos,
Ternuras e ao acaso.
Faço poesias como amante, amigo e outros sentidos mais.
Faço poesias sem duplos sentidos, quando você entra
Em minhas inspirações.
És musa desde o Éden, sem crucificar
Santa Maria Madalena e nem atirar a primeira pedra
no cupido que me flechou, sou pecador.
Apenas imaginações que vem na calada
Da noite, abrindo os breus das tocas, esperando
você pra um novo
Limiar.
Imaginações te darei quando você chegar,
entre a poesia é sua e as
Imaginações também.
  

domingo, 12 de julho de 2020

porquehojeédomingoapoesiadeclaudioluz


Estou

Estou pensando em você como num dia
De domingo, não querendo
Afastar-me de ti, sem querer sair, pra
Ficar contigo.
Farei os petiscos adequados enquanto você escreve
Uma poesia pra mim beberá vinhos ou talvez uma cerveja
cheia de letras e poesias.  
Folhearei as páginas do seu livro molhando com salivas
os meus dedos, páginas a páginas, sentido o doce da sua
Inspiração.
Envolto estarei nos seus gritos, ouço
Baixinho Marisa Monte cantando "Ainda bem."
Ou depois "Depois". "Então To combinado”, na voz de Peninha.
Estou combinando, antes.
  
Minha morte

Reverencio o meu Sagrado Coração de Jesus,
entronizado no Santo Altar.
Em matrimônio Lafaiete e María da Glória concebeu-me.
Menino devolvido e desenganado pela
Medicina, desencanto total, vida anunciada aos pés de
Santo Antônio, minha mãe Glorinha implorava pela minha vida
ao santo que
Reverencio todos os dias, até morrer.
Fruto de Amor fecundo e irmãos, um se foi por
vontade do Altíssimo.
Procriei frutos do amor sincero e não
Falta do que fazer.
Continuo a caminhar entre o Sol, lua e estações lunares,
Sempre buscando um amor inatingível entre estrelas
e um céu que conspira contra o meu combalido
Meu coração é errante entre distâncias e
Os seus olhos e coração que talvez pulsasse
Por mim.
Vêm.


Amor Shakespearearense

Para Clarym Luana

Bebo das suas palavras, afinal somos Montecchio e Capuleto
Aos avessos, não estivemos naquele baile, a distância
Não nos encontrou, reversos nos preserva.
Escrevemos em linhas tortas, talvez certas, como
Mortais nos encontramos entre jardins suspensos que plantamos,
Letras e aspirações.
Sonhos de uma noite de verão, Hamlet, entre o ser ou não ser
"To be ou not To be."
Plantamos jardins nas distâncias, poesias e versos,
Como se estivéssemos duelando,
Entre o avesso e o direito, somos apenas
Poesias e escritos ah, e sonhos também.
Gritamos apenas entre letras que nos aproxima como o poema do adeus

Plantando suas Bromélias

O inverno logo vai declinar, já planto as suas Bromélias,
Coloridas e sutil, cor dos seus cabelos que você
Em opções coloriu e os batons também.
Plantarei entre o Trópico Capricorniano e
O Oceano Libriano, que nos pertencem, por enquanto
a noite é calma, o orvalho
Chegará à manhã, o beija-flor logo virá
Sugar o seu néctar no amanhecer.
Procriamos sonhos sem destemor do
Mundo, que talvez não nos entenda.
Somos jardins inseparáveis, planto as
Suas Bromélias bebem o perfume das
Rosas que vou te ofertar.
Agora rego os meus escritos com os seus, preciso
Embriagar-me de vinhos, poesias e virtudes (Charles Baudalaire) e
Em breve de suas Bromélias.


sábado, 11 de julho de 2020

porquehoeésabadoapoesiadecluáudiolu Mahogany


Mahogany

Percorra o meu espírito sem erros
Ou indecisões, bebo a sua seiva, amorosa que és entre estrelas,
Entretanto sua cor firme
Fascina, observo como sempre os
Seus olhos, corpo e mente, coração
Que pulsa entre estrelas que povoam
As nossas vidas talvez errantes, entre
Aromas outros.
Sou o seu corpo entre defesas e ataques,
Entre beijos e abraços, saudades ou
Utopias, pois somos pueris em pleno
Inverno que não nos consome, apenas
Aquece-nos como seu corpo do mogno
Colorindo os batons dos seus lábios e
O brilho do seu olhar.
Agora na noite te chamo de Mahogany.

Não adianta

Não adianta você dizer que me ama,
Se você não está aqui, não
Adianta o meu corpo latente e os meus
Olhares não te encontrarem para te falar.
A madrugada é fria, não adianta o cobertor não me
Aquece como você me aqueceria num eterno sonhar,
Não adianta, somos amantes e não ocupamos
O mesmo espaço que nos completaria, não adianta,
Apenas repetiremos o eu te amo entre partículas
e a distâncias que nos separam, não
Adianta, apenas, somente sonhamos o que
Talvez nos adiantem.

Eu quero te ler

Eu quero te ler, te levando entre
Palavras, provérbios talvez.
Eu quero te ver neste inverno, desnudada
Se banhado, quero te ler entre os meus versos,
Brilhantes, opacos,
Ressentidos de lembranças
E falsas esperanças, na penumbra
Do sol encoberta por nuvens invernais.
Eu quero beber com você um bom vinho, entre
O piano que não te vi você tocar.
Eu estou te vendo, apenas o que não
Tirei dos teus escritos.
Eu quero te ler!
Poxa!

 O caos que nos completa

Amo-te em poesias,
Dispenso a distâncias, te leio entre as chuvas
Que agora caem, seus versos me molha encharcar-me como ébano,
Flores de lótus e tecidos de seda que cobrirá
O seu corpo poético que um dia, talvez.
Talvez, sim, entre estrelas e nuvens
Passageiras que flutuam entre as distâncias que não está em mim e nem
Em você.
Completo-me em seus versos e nos meus,
Deu pra ti.
O caos existe e estará nos consumindo, ente amores que nos ressuscitará, agora.
Te amo entre o caos e a ressurreição do que quero de ti.


Imaginações

Imaginações que brotam forte,
Fazendo crescer o amor, acompanhado de ventos fortes, infinito perfeito que bate nas nuvens e abala o firmamento que
Vêm do seu íntimo cheio, cheio de imaginações, ilusões talvez.
Imaginações, que vêm impregnadas
De Imaginação dentro de ti, alada, em companhia
De Orfeu ou Baccus, violinos,
Ou apenas letras que nos banham,
Entre vinhos e músicas que nos faz
Dançar.
Inspirações que seguem antes da chegada do cometa ou da próxima grande lua que entre nós habitará,
Tímidos em imaginações, talvez,
Felizes sim.

O meu rio te banha

O meu rio banha o
Seu corpo caudaloso, sua pele com pelos frenéticos,
Lábios de cálice que não
Grita, apenas sussurra.
O meu rio veste o seu corpo, tento os seus olhos
De leoparda em pleno vôo pra me abraçar.
O meu rio banha o seu corpo entre
Peixes, algas não marinhas, marinando
Na noite que a possuo como se deusa fosse.
O meu rio te banha, entre músicas e
Sonhos, quando não queremos dormir.
O meu rio te banha de sonhos e um novo
Sonhar.          
O meu rio te banha entre olhos, caras e
Bocas, corpos nus.
O meu rio te banha agora.


Equilíbrio
O sol nos deixa nos
Finais de tarde, o seu corpo declina arfante para receber
os meus caminhos,
Somos peculiares entre sonetos, poesias,
Poemas, textos e troca de olhares, carícias também.
A lua ascende, somos pratas que ilumina
À noite, o calor dos nossos corpos, não
Sufocam-nos, nos faz vida.
Ouvimos o canto dos cisnes e numa
Ouverture entre abraços e carícias,
Êxtases e juras quando procriamos mútuos amores, entre equilíbrios e
Suores que molham as nossas frontes
Poéticas.


Bem-vinda
Bem-vinda, te concebo como
Você estará, ou como você concebe-se agora alegre ou triste.
Beijo a sua fronte, percorro as suas
Sobrancelhas beijam os seus lábios, bem-vinda sois entre as mulheres que amei,
Talvez.
Bem-vinda, entre sonhos, não sei o que
Será no início do dia ou no calar da
Noite, O que será o que será?
Ainda bem, acho que vou me acostumar
De tanto amor, pra não dizer adeus amor,
Sem cicatrizes ou desejos que você não vá.
Bem-vinda, agora, bem-vindo amor, sempre meu amor, entre cruzes e
Espelhos! Amo-te, entre gritos e sussurros quero ti.
Entre saudades sinto saudades e colho
Tempestades que os ventos traz você pra mim, bem-vinda pra não se
Despedindo de mim.
Mata-me de saudades antes que você
Chegue a mim.


Sedução

Você me seduz quando ouço Je T'aime moi non plus.
Sou caras e bocas, entre lacunas,
Despedidas sempre presentes, desencontros talvez.
Você é o espelho que reflete seduções,
Olhares, boca de batom, cabelos que
Refletem o meu olhar, que as vezes me
Enlouquece, quando não percorro as
Distâncias que me separa de ti.
O retrovisor está opaco, as luzes
Piscam em derredor de uma sedução
Que talvez não exista.
Somos cúmplices dos infrutiferos
Sonhos que queríamos acontecer.
Cavalgamos entre seduções, apenas
Sonhos de seduções, nada mais.
Apenas seduções de palavras, talvez
Orações.
Agora ouço Lá Decadence, na voz
De Jane Birkin, sou seduzido pelos
Sonhos que sonho por ti.


Envolto nos seus sonhos

Envolvo-me nos seus sonhos, prenuncios que
Envolve-me quando os seus escritos
Não chegam a mim.
Tergiverso na madrugada, o celular
Já não toca, silêncio entre vôos
Absolutos, antes cartas missivas, códigos
Moser, hoje só mensagens que me encanta ao som do teclado que pulsa nos
Batimentos cardiorrespiratórios que abala
Os sentimentos que compactuo contigo.
Envolvo-me entre cobertores, sonhando
Encontrar-te nas esquinas da vida.
Vejo o sol nascer, não volto a sonhar,
Fico apenas envolto nos seus sonhos
Madrigais, vendo você entre sombras
No meu olhar.
Apenas sonho em ver você chegar, por
Amor.