quinta-feira, 30 de julho de 2026

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Renúncias


Renuncio, mas não capitulo,

Sou guerreiro de luz, não me abato

Com a solidão, faz parte da vida,

Em plenitude refaço-me.

 

Os projetos as vezes são sombrios,

Mas a superação vive acima de qualquer

Suspeita em mim, sou respostas validas.

 

Embriago-me com doses homéricas

De certezas, antes não tão absolutas,

Respostas me define, já não me afogo

No leito das ilusões sinuosas.

 

Curto a beleza dos espinhos, admiro as

Rosas admirais, flerto com o veto em pleno

Inverno, sou batizado.

 

Renunciar, para mim é algo nobre e puro,

Educo o meu espirito com o tempo

Presente, o ontem já sumiu, o presente

Me delicia, adapto-me, curvo-me entre eteceteras  

E pontos finais, para uma nova batalha, em

Busca talvez de ti.

 

Não capitularei e nem dormirei no

Ostracismo dos quatros ventos, que

Sibila nos meus ouvidos uma canção de

Ninar, menina, vem me ninar.

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