sexta-feira, 31 de julho de 2026

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Percepções


Não premedito, desacelero-me entre os

Momentos sublimes ou não, no fundo, nada

É pessoal, trago-me de volta, sou

Recomeço.

 

Meu coração não se cansa, intrepidamente

Ele renasce, afinal ele bate do lado

Esquerdo do meu peito, e o meu sangue é vermelho,

Ferve entre a brancura das nuvens negras.

 

As minhas sandálias não são a do Pescador,

Amarro-as entre nós, piso fundo, encurto

Distâncias, sou nômade em nome do

Passageiro.

 

Não há escuridão que apague a minha luz

Translúcida, clarezas veladas é um mote

Que estendo em meios as dúvidas substanciais.

 

Percebo sonhos futurológicos, busco respostas,

As distâncias são una, o horizonte é

Infinito, duplos mistérios permeiam a

Minha alcova, embalo-me nas cortinas, fecho

As janelas, inauguro um novo dia com

Perspectivas de um novo mundo, o amanhã

Já me chama, o passado que tome conta

De si.

 

Estou de volta a taberna!

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