Detalhes vermelhos flamboyants
Os Flamboyants são
eternos,
Desde o florescer das
pétalas
Rubras, intensas, cor de
fogo,
Exalando paixões,
invadindo
O meu coração que agora se
acalma,
Sem prantos.
Cuido-me em detalhes, as
aparências
Já não são oportunas, o
sangue gesticula
Nos meus sonhos, curvo-me
durante
A caminhada, sou
entreposto dos
Sentimentos que me assolam
por mais
Um adeus sem hora marcada,
questões
Do tempo que é eterno.
Agora flamejante caminho,
a esperança
Renasce nesses dias de
aridez romântica,
O por do sol está próximo,
as estações
Me adorna, visto-me de
sonhos, ilusões
E solidão já não faz parte
do novo
Script que estou tentando reescrever,
Quando a acústica dos
ventos não me
Faz ventríloquo, grito sem
incomodar
O tempo, passageiro sou,
sem agonia.
Cicatrizo os ferimentos,
me entrego ao
Sibilar das águas que
molham
O meu corpo solitário
Não inerte, caminho
Ao encontro dos Flamboyant
Que virá em outubro,
reavivando
O meu riso do qual eu nunca vou abdicar.

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