O poeta de Pirangi

O poeta de Pirangi
O Poeta de Pirangi

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Clodalmiro também faz samba

                   



O Curió reverberou, o surdo

Ouviu, o tan-tan revidou, a cuica

Roncou, assim o samba de

Clodalmiro, exaltou.

 

Cantando a Bahia, os passistas

Da Unidos da California desfilou,

Nas ruas de Itajuípe o Rio Almada

Beirou.

 

Exaltação de Paz, Baía de Todos

Os Santos, poetas e escritores

Foram exaltados, num coro em flor.

Itajuípe, fruto do seu esplendor,

Nas estrelas do céu de anil brilhou,

A Porta Estandarte e o Mestre-Sala

Em passos rodopiou, enquanto os

Foliões uníssonos bradavam: Clodalmiro

Você para Itajuípe é o sambista dos

Amambay.

 

Entre orvalhos e rios

De Samambaias, este poeta

Pirangiense, te exalta entre as

Batidas dos pandeiros e os atabaques

De percussão, as Taboas dos Lagos

Também florescem de poesias.

 

Cláudio Luz/Poeta de Pirangi

Blog: apoesiadeclaudioluz.blogspot.com

apoesiadeclaudioluznemde porre

Nobel da Paz, nem de porre

 

  

Aí de ti! Maria Corina Machado

Aí de ti! Comitê Nobel para a Paz,

Aí de ti!  Chester Cheetah.

 

A incredulidade de Alfred Nobel nos

Consolam, o limbo da história

Encobrirá o insano gesto.

 

Jamais seremos párias ou

Despojos do Senhor, dito das Guerras

Opressivas, materialista e da falta

Do que fazer pela própria Paz.

 

Que o amargor do gesto consuma

O ignóbil gesto, a autora das

Contradições para laurear o senhor

Da guerra e não o arauto da Paz.

 

Canto por:

Carlos Andrés Pérez não ganhou o

Prêmio Nobel da Paz, embora tenha sido

um político venezuelano influente e tenha

tido um papel ativo em iniciativas de paz

na América Central.

Adolfo Pérez Esquivel, Argentino: Prêmio Nobel

Da Paz de 1980.

Foi preso e torturado em 1977

pela junta militar argentina, permanecendo

encarcerado por 14 meses sem julgamento,

todos estes golpes militares articulado

pelos EE.UU, U.S.A.

 

Repudio a 

Maria Corina Machado,

Comitê do Nobel para a Paz,

Chester Cheetah, nem de porre!


sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

apoesiadeclaudioluzsextante

Enredos dissonantes


Subo no palco,

Não faço enredos, implícito

Ou explicito escrevo.

 

Não faço barulhos, procuro

Ser silencioso, espalho-me

Nos burburinhos das chuvas noturnas.

 

Faço histórias que se dissipam

Nas poeiras verdejantes

Dos meus olhos, as vezes clinico,

As vezes cheio de nevoas incandescentes.

 

Enceno, faço cenas, sou eclético,

As vezes pluralista até a

Medula, aceitando influencias,

Refletindo as próximas palavras

Que não se esvaí aos prazeres

Do vento ou dos encantos

Das chuvas, que agora caem molhando

O meu corpo de inspirações, às vezes

Temporais ou atemporais,

Apenas pré enredos.

 

Cláudio Luz

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

apoesiadeclaudioluzcartasparati

Escrevo-te em linguagens amorosas

Dedicado a Maria Lúcia



Meu amor!

A missiva está quase concluída,

Nela renovo o quanto que te amo, com todo o meu

Coração, deleito das correntes sanguíneas,

Que transbordam sem vales de

lágrimas.

 

Disserto entre alegrias, já não piso

Nas rosas dos jardins, aspiro perfumes,

Retiro os espinhos, rego as raízes,

Igualadas as artérias do meu coração

Que bate por ti.

 

Milagres acontecem,

Somos frutos, sementes que

nos eternizará, seremos eternos.

 

Somos tronos do sol, resplendor

Das estrelas, solos firmes pisamos,

Pés nas estradas que nos levam

A momentos reais, temos utopias

Como companhia, confidentes sopram

Em nossos ouvidos, beijamos o permeio do ar.

 

O envelope agora está lacrado, o aspergir

Do perfume predileto te tomará, ao

Você abri-lo, sentirás o meu amor que

Sempre destinarei a ti.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

apoesiadeclaudioluzrisosechoros

Entre o rir e o chorar

 


Quando o amor está presente, ria!

Quando ele se ausentar, se possível

Chore!

Mas não chore por desespero,

Porque o amor ausentou-se, então

Não o veja como risco de morte, pois ele

Vive.

 

Sorria, are a terra,

Beije o orvalho, não deixe

Que te impeçam de ter as mesmas

Razões que originou o rir e o chorar!

 

Bem assim, se não houvesse chuvas,

Seriamos estéril ou árido, ou seriamos

Metafóricos, fingindo viver entre

O chorar e o rir, questões de

Preferências naturais, mas

Sinceros como o bailar das folhas

Secas indo ao encontro dos ventos.

 

Confesso que já chorei assimétrico, mas

Também ri pelos encontros e

desencontros, não caudalosamente,

mas como um nascedouro de um rio,

que me fez rir e não chorar.


Faço questão quando eu vejo o meu amor rindo,

Ponho-me a rir com ela, quando a vejo

chorando eu afago-os seus olhos

e choro também.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

apoesiadeclaudioluzeternas

Nós dois enamorados  

 


Enamoramo-nos nas praias, antes

Praias do passado, pretérito do presente,

Purificação de corpos, pulamos a sétima

Onda, somos esses amores, eternos

E verdejantes, entre areias e

Conchas intermináveis, bronzeados

Que nos curam.

 

Interessante é a brisa que não nos

Deixam sucumbir, somos sombras

Dos coqueiros verdejantes, ventos,

Aragens d’empatia, somos sutis

Entre ondas temerosas, espumas

Que nos envolvem, no vai e vem,

Que torna

 as nossas almas sedentas

De purificações estelares.

 

Somos amores cósmicos, além do tempo

Caminharemos em busca de luzes e

Energia, quando vamos interagir

Com os Interestelares, recebendo

Energias amorosas para nós

Eternizarmos.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

apoesiadeclaudioluzO globo é de ouro é nosso

O globo é de ouro é nosso


A terra é azul, sem erro vaticinou

Yuri Gagarin!

O Globo é de Ouro, alegrou-se

Wagner Moura!

 

A arte é a sétima ilusão, projecionada

no branco telar, nos entorpecem entre

 cenas, esses amores hitchcockianos,

suspenses translúcidos encrustados

nas lentes Ray Ban.  

 

Peripécias a parte, a trilha sonora

Em sustenidos, sem dó nos faz artistas,

Antes meros expectadores, hoje somos

Cobiçados pelas demandas de celuloides

Premiadas.

 

Sem desesperos a orquestra arde

Nos nossos ouvidos, 007 perdeu para o agente

secreto das plagas brasileiras.

 


The end na matinée, do Cinema

Livre.