O poeta de Pirangi

O poeta de Pirangi
O Poeta de Pirangi

domingo, 1 de abril de 2018



Você sabe


Que com o meu amor molharei o seu coração,
Beijarei a sua alma, ensinando-lhe os próximos passos
Que daremos rumo ao sol poente.
Em doces inspirações afagarei o seu ego que arde outra vez
Por está sendo amada, sentindo-se uma rainha, flutuando entre estrelas
Que irão encontrar os seus olhos, preciosos olhos,
Como pérolas que pescarei entre os seus braços e o seu amar.
Como manda a páscoa.
Te molharei,
Te lavarei,
Te ensinarei,
E a inspirarei
Amando-a, hoje e para sempre.
Agora em orações beijo a sua fronte que arde por mim
E por você...

De gôsto, “Je T’aime Moin no plus”


Vou e volto entre as suas pernas,

Revolvo os seus pelos pubianos, noite adentro, bebendo

Os sentimentos que emanam de ti em frenesi.

Inalo a sua essência pueril, sugo os seus seios envoltos na noite,

Afago a sua língua, embriago-me com a sua alma

Que agora geme por mim.

Ouço os sussurros que vem de ti, penetrando

A minha têmpora que explode mesmo você não estando aqui.

Bebo o tempo, penso agora nos orgasmos

Incessantes que fluirá do seu corpo que, agora ou em algum instante

Repousará em mim.

Bebo a sua seiva, poetizo os sentidos que emanam

Da alcova, dos sonhos, entre dias e noites que

Sonhamos... De gôsto, J T’aime Moin no plus... Docê

Ilusões sempre em sonhos impossíveis, mas surreal

Invadindo a minha alma, d’alma que dos meus

Pensamentos não saem de mim.

Onde você está agora sono? Kkkkk



Cláudio Luz

Amor Salesiano


Continuo querendo invadir o seu coração salesiano,

Deflorando as vãs filosofias que teimam em existir entre

Os céus e a terra, vidas nossas que nos iludem semanticamente

No calor dos pensamentos não vulgar.

Quero afogar os seus sonhos benditos entre Ave Marias, imperfeita,

Pecador que sou.

Quero ver o cruzamento do solstício e o equinócio, nas tempestades

Necessárias, admirando a lua dos namorados, entrelaçados agora

Que vivemos o período outonal, não sei?

Quero entregar a aurora boreal bebendo doces gotas que fluem dos

Seus olhos como temperos adocicados, adicionados aos males da vida

Que um dia nos separará, antes do primeiro encontro, por força

Do destino alvissareiro entre as terras salesianas que próxima

Está das correntes sanguíneas



Cláudio Luz

Poema post-mortem em vida


Ouço o som das trombetas e dos guardiões,

Em indagações eu exclamo! De que morrerei?

Busco respostas, se passei

Pelo parto, pela pia batismal, pela crisma, pelas mortes

E pelas escolas com professoras que valiam a pena ter como mestra, das

Vacinas do Sesp,  pelas peladas de bola, pelos testes dos Bares de Tilú,

Barracas de zinco de Zé Alemão e Dedê, bebendo em Elífio,

Fidelis, Zé Soldado e no Bar de Chico Bucetão, dançando na Brasília, Velha e

Nova, na Boate Cinderela, comendo roupa velha em Baixota e Manhoso,

Nos bailes no Esporte Clube Bahia e adjacências.

 Não escapei das injeções de Benzentacil, após visitas as meninas,

Nas farmácias de Tonho Buguelo, João Adry, Valter Vinhas e

Antonio Mansur, purgantes de óleo de rícino, das três doses diárias de

Corretivos na infância pelas peraltices, aplicadas por seu Lafaiete e

Dona  Glorinha, extensivas aos irmãos pra que um não risse do outro.

Dos engasgamentos por chiclete ou balas soft, de ser alertado quando bebia

Qsuco, que pela Mitologia leiga, manchava os pulmões.

Deixarei filhos, netos e quem sabe bisneto que afagarei e os amarei do

Fundo do meu coração, amigos, sim amigos, também os que se dizem meus

Inimigos embora eu não os considere assim!

Não sei se em tempo eu me arrependerei do que não fiz, pois

O que fiz ta feito embora às vezes mal acabados;

Ah! Primaveras, quando os incautos para afagar o meu ego, sem distribuir

Efós me desejam-me mais um ano de vida, vida longa talvez de visitas não, 

Sei quando aos médicos, para auferir pressão e medir os males ou os

Bens, que trazemos no corpo desde a criação.

Antes uma homenagem ao SAF, a contento tenho uma exposição corpórea

Garantida, tenho vaga no Mausoléu da família, que está sem pressa de me

Hospedar... Os tempos Colocam a disposição de quem está mais apressado

Do que eu, pois ainda não estou bom pra ir, inclusive para os que se dizem

Ser meus inimigos declarados ou não?

Volto às causas do encantamento, segundo Graciliano Ramos, “o

Homem não morre, encanta-se!”

Ficarei à deriva, procurando  o próximo botequim, bebericando com os

Amigos de alegrias e infortúnios, tentando decifrar: De que bem eu

 Morrerei: diabetes, coisa açucarada mais emparelhada com o diab(o)etes,

Alzheimer, para esquecer o que?

Mal de Parkinson, para não usufruir o ultimo gole ou a ultima garfada

Daquela comida que sempre me sustentou?

Do estetoscópio, tirando “ou auferindo a minha pressão” que de vez em vez que

Abala-se pela presença de afetos incontidos de uma musa pra quem eu

Faço poesia e a quero amar?

Infarto, kkkk estou descartado, cirrose talvez, ou uma hepatite por

Ter comido o fígado do porco, que só serve ensopado ou cortadinho

No sarapatel, saudades do de Vitória, na antiga praça da feira.

De falta de fé? Só o criador pode definir, escapei do Santo Oficio,

Fui liberado em função das lutas dos Templários, saudades de Sibila,

De Jerusalém, que não me deixou beber o Santo Graal, e nem

Rezar aos pés de Santa Maria Madalena, na Capela de Rosslyn.  

Qual o sentido da vida? D. Valfredo Teppe?

Retorno a antessalas da vida... Ninguém sabe a hora, ninguém, sabe o dia

Sei que tenho pena de morrer, mas levarei saudades de A a Z  prestando

conta ao Alfa e o Ômega, Sempre,o principio ao fim.



Cláudio Luz


Quando eu digo que te amo

Sou maluco, não beleza, às vezes inconsciente, nas palavras senil,
Embora pueris que deveriam ser.
Quando digo que te amo, amo sim! No fundo da minha alma que fala mais do
que eu penso.
Quando digo que te amo eu aceito as dores do mundo, mesmo não estando
Nas sombras das duvidas d’alma, agora recôndita, entre
Arrependimentos
Que fere o meu peito que agora chora por você...
Até breve, hasta La vista baby, Não adianta, te amo desde agora e sempre.
Perdoe-me agora e sempre!
Ciao!
Cláudio Luz

segunda-feira, 19 de março de 2018




Os seus lábios



Quero beijar os seus lábios, beber o mel que

Sai de ti.

Sim beijarei os sentimentos contidos,  guardados a sete

Chaves dentro do seu soutien cor preta, melhor se fosse vinho para

Embriagar-me constantemente nos seus sonhos, nos sussurros

De pé de ouvido, com certeza entre os seus braços e colo, sentindo os

Sentimentos que eu quero sugar de ti.

Descobertas



Chegou à madrugada, mergulho em pensamentos,

Busco essências que exalam dos seus olhos,

Escutando o seu riso.

Entre frestas observo os seus sonhos imaginando

Que você percorrerá no prenuncio da manhã

Que se aproxima.

Sinto a sua firmeza, acompanho o seu caminhar, talvez para a igreja matriz..

Ajoelho-me em orações madrigais, ouço o bater

Do seu coração voltado para o Criador, que te

Impulsiona e te faz forte, agora e sempre.

Sinto o seu carinho que afaga os meus ombros

Carentes de afeto que não se encerrará antes do

Nascer até o por do sol perfeito que nos

Impulsionará para um encontro perfeito em

Sintonia com a próxima madrugada que

Mais um novo dia será... Agora me entrego ao

Novo sonho que sonharei de novo por ti!



Cláudio Luz