terça-feira, 4 de junho de 2019


Encontros

Encontrei-me ontem contigo,

Você sussurrou o seu nome diante da multidão

Que estavam naquela praça entrecortadas

Entre copos e garrafas mil.
Naquele momento vislumbrei só eu e você,

Fato de fato, só eu e você entre cartas mal escritas,

Promessas que não lavam as nossas almas, divagando entre perfumes que nos inebriava nas madrugadas, eternas, sem fim.
Enquanto eterno dia, amplo e irrestrito,

Sou a sua boca, minha boca que bebe o seu vinho,

Entre carícias que nunca terá fim.
Orgasmos somos nós, estrelas cadentes que caiam dos céus.

Já fiz o meu pedido.


segunda-feira, 3 de junho de 2019


Muito prazer

Não mudo sentimentos não se mudam,
De repente ao redor ou em círculos

Nos quais em pensamento te
Abraço na imensidão de sua alma, minh'alma

Que nos almejam uníssonas.
Naquele e hoje momento o culpado de te perder sou eu,

Motivos só meu.
Referendo o erro, mas, mais eu daria
A minha vida pra não te perder, pra de novo

Não te perder.
Preciso de você, assim que quiseres me querer,

Existencial a parte, sabendo-se que aqui existe um coração que bate incessante pra não, de novo te perder.
Muito prazer, devo dizer-te: Muito prazer,

Quero-te amor.
Muito prazer. Ma vie, Solamente
Una vez, nada mais.


sábado, 1 de junho de 2019

apoesiadeclaudioluz


Adorações em corpo e alma


Imagem relacionada

Adoro o escuro, parece que tudo vai recomeçar,



Novamente no amanhecer, carpem die,


Lembranças, nada mais, impossível talvez



Entre os primeiros raios solenes, pensamentos ufanem.


Adorei o primeiro diálogo, interliguei ondas passageiras,



Devaneios entre as nuvens que encobre o sol da meia noite,



Vou-me embora pra onde os meus versos não te encontraram,



Fantasias pueris, passos, entre compassos, músicas,



Orações, preces sem precedentes, verdades,



Mitos talvez.


És o recomeço ou o fim que ainda clama entre clareiras



e solidões que nos acompanham, sem fim.




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porquehojeésabadoapoesiadecláudioluz


Happy Aniversário


Resultado de imagem para tchin tcin

Não declamarei a ultima estrofe dos poemas,



Nas suas fantasias, agora embebidos na sua fonte,


Entre labirintos dos tempos que agora talvez, não importe mais.


Deixaste o meu coração fora do seu, com ou sem amor,



Solene talvez, sem músicas ou um novo de novo amanhecer,



Entre espumas flutuantes, raios cósmicos, antes pulsantes em nossos



Corações ausentes.


Fito os seus olhos negros como se agora se você estivesse aqui,



Talvez, entre cordilheiras e simetrias que antes você cobria os meus lábios



Com os seus, beijávamos as nossas almas, entre nossos dedos escorriam



Amores concebidos como horizontes, perdíamos nos Outonos que finda,



Buscando o inverno que está pra chegar, esquento o meu corpo,



Saúdo o seu.


Salve Salve, Tchin, Tchin... Champanhe per bridare ao encontro,



Reencontro, talvez.


Luares de Sonhos entre estrela... Desejo, Happy Aniversáry!










quinta-feira, 30 de maio de 2019

apoesiadeclaudioluz


Pra que?

Pra que, se te vejo se não posso tocá-la,

Se eu quiser te beijar não toco os seus lábios.

Penso nos seus abraços, mas, não te alcanço.

Penso na tua ausência, te beijo em sonhos,

Não sou eu envolto em ti.

Dispo-me da sua cor, afago a fronte inspirado nos teus olhos,

Beijo o teu ventre,

Bebo a tua saliva que agora entranha o muito dos meus sentimentos,

Que agora descansa no meu leito, sozinho logo sentindo

A falta que o seu corpo faz.


Não sei



Estou perdido, sinto a tua presença ausente,

Não sou o mestre dos disfarces,

Sou você entrecortado pelos seus lábios,

Sugo os seus lábios, abraços na claridade, na noite

Quê se perde no afeto que se encerra,

Entre os nossos dedos separados que diz:

Aonde está você agora.


Olhos e travesseiros

Não vejo o teu piscar, ausculto os batimentos do seu coração,
Poesias são versos declamados, que me absorve
 Como água, piscina com ondas, ruídos que sibila nos meus lábios.
Sou você agora, inerte, cama vazia,
Noites evasivos travesseiros soltos, entre perfumes e sonhos que não posso
Envolver-te.
São combinações, sou desnudo entre lençóis cheio de solidões
Que cobre o seu corpo que não está em mim.

Loucas estações

Louco me aproximo, sou chuva no eterno,
Outono que nos corrói.
Sou sândalo, sânscrito, incensos de patchuli,
Essência do seu cheiro que impregna o meu corpo insenil.
Beijo as tuas pálpebras, afago os teus dedos
Que me sufoca com as imensidões furtivas,
Das madrugadas que permeiam os sons dos violinos,
Que agora em orgasmos preenchem as madrugadas,
Ao som das Quatros estações, de Vivaldi
E a Quinta Sinfonia de Beethoven, na voz de Andréa Boccelli e Você.

Estou na esquina

Estou na esquina, vejo os teus
Passos busca a sua silhueta,
Não sinto medo, aspiro ao teu cheiro, perfume de Leda, vestida está
Bailando ao vento, são sonhos, cabelos ao vento, determinações.
Inclino os meus olhos, sou sombras perda mentais,
 sou você agora em
Sentimentos não profanos almejam agora em pensamentos,
Luzes, coberto de razões de um dia te reencontrar.

Sou a cor

Sou a cor que cobre o seu corpo,
Não importa o tecido, rústico talvez.
Sou você em mim, sou o ocaso que brilha em teus olhos,
Imploro na escuridão na sua ausência,
Mesmo sentindo o seu calor.
Você se divide, sou play, entre músicas espaçosas,
Eterno, inteiro quer ser lado a lado.
Se você pedir, sou o que te quero em todos os momentos,
Entrecortando choros e risos, tentando afagar a
Cor do meu bem.

domingo, 19 de maio de 2019

porquehojeédomingo


Latentes Outonais




Penso no céu azul outonal, entre pensamentos

Vivo que vem dos seus olhos, ávidos por ouvir, dos

Seus lábios que canta: vem viver comigo,

Entre nuvens, pensamentos não clericais,

Imensamente amores não utópicos, que nos levará para um

Novo viver, uma nova aventura que fluem

Latentes no meu coração, onde o afeto se encerra

Neste maio outonal.

Vem viver comigo!

Sinto o seu olhar profundo agora, suas mãos

Aveludadas que curam as cicatrizes, antes incuráveis,

Na tua ausência que não enxugava as lágrimas

Que ofuscava as estradas que você agora

Percorre, entre nevoas, trazendo

O seu corpo que se faz presente, agora sente,

Entre brisas e novas colheitas que deleitará os

Nossos corpos que pisam o gramado repleto de gotículas

De orvalhos que jamais se tornará lágrimas ou uma nova  

Despedida não outonal.



Cláudio Luz


quinta-feira, 2 de maio de 2019

Quando nós te beijamos - apoesiadeclaudioluz


Quando nós te beijamos



Amor filial resplandeceu em nossos

Três Corações que em júbilos cortejava um sonho real.
Bailamos entre cores métricas e cálculos futuros,

Deus derramou dádivas de vida entre estradas

Que ainda vamos percorrer que nos levará a pontes vindouras

E muros inexistentes.
Agora, fronte beijada beijaremos de novo,

Do nascer de uma nova fonte de vida onde iremos beber.
Beijamos a sua fronte, as nossas frontes,

Mergulhando no teu futuro que Deus não deixou morrer,

Construções que virão a nascer por suas mãos.



Pra você filho, de Cláudio, Neide e seus irmãos.