terça-feira, 5 de agosto de 2025

apoesiadeclaudioluzentreosaneisdesaturno

 

Uma canção entre os anéis de Saturno


Ouço sinfonias vindas dos anéis

De saturno, invisíveis luzes

Do cósmico, na sua voz que

Baila "Intrinsecamente" entre

Karaokês peculiares, que rompe

As madrugadas, canto do meu e do seu

Canto (encantamo-nos).

 

Somos silhuetas, sempre nas

Noites que não nos sufocam,

Quando afloram as nossas sensibilidades,

Quando olhamos os anéis

De Saturno sem podermos tocá-los.

 

Metáforas poéticas, amor explicito,

Anéis ou luares de Saturno, visíveis

Em perspectivas não transitórias,

Mas em belos momentos que constata

Os nossos amores, enquanto

Dançamos no universo que não nos

Corrompem, faz-nos pares uno,

Em profusão, sem explosões ou

Motivos para não beber os anéis

Ou luares de Saturno pra nos embriagar.

sábado, 26 de julho de 2025

apoesiadeclaudioluzsabadal

Lado a lado caminharemos


Somos corações alados,

Incrustamo-nos, somos

O presente em forma única,

Uníssonos em cada partitura

Que toca as nossas almas,

Não toscas.

 

Somos pétalas, presentes lado a

Lado, camadas de sentimentos quando

Alados caminhamos, olhos na

Mesma direção e não um

Para o outro.

 

Entre canções,

Flores e espinhos, vida real,

Quereres em partes iguais,

Sem ilusões, sonhar sim!

 

Sobreviremos sempre, lua após lua,

Intempestivos seremos, pisaremos

O firmamento, acenderemos as

Estrelas em erupções, entrelaçaremos

Os nossos corpos, não como uma

Canção leviana, mas com uma

Oração Plena ao Onipotente amor.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

APOESIADECLAUDIOLUZPARAAMORZINHA

Amorzinha!

 



Conecto-me com o mar,

Acaricio a areia, beijo as ondas

Que vem e vai, deleito-me

Quando o sol se despede sem

Fazer alardes.

 

Conecto-me contigo, utilizando

Metáforas, beijo as estrelas

Contidas em seus olhos que

Agora me ilumina sem angustias.

 

Conecto-me ouvindo os seus louvores,

Declarações que invadem o meu

Coração, submetendo-me como

Cumplice, entregando-me em

Corpo e alma, sou uma ilha

De caricias latentes, calor

Que nos abrasa, certezas

Que não nos corrompem e nem

Nos deixa na escuridão de incertezas.

 

Só o amor nos interessa, só o

Testemunho da lua nos purifica e

Nos faz eterno no amor e no mar.

 

Cláudio Luz

quinta-feira, 24 de julho de 2025

apoesiadeclaudioluzprocessual

 

Os processos de amor são muitos


Os processos de amor são muitos,

Improváveis, talvez lentos,

Atentos aos reclames de um

Coração combalido na fila de

Espera.

 

Assim é a vida de quem ama,

Espíritos que voam entre asas,

Pensamentos que não oxidam, doações

Da própria alma, d’alma que não

Tergiversa, apenas sonha.

 

Esperanças incontáveis, o mar

De Poseidon revolto, fazendo ondas

Na praia, pegadas na areia.

 

Somos sentimentos obtusos e sonhos

Que percorremos entre distâncias até

Nos encontrarmos na praça, para sentar

Naquele banco, relembrar o passado,

Beijando o presente que agora

Nos acalanta em acordes sem fim.

 

O processo agora concluído, sentença

Favorável ao nosso amor filial.

 

Intime-se as partes!

 

Cláudio Luz

apoesiadeclaudioluz

Um lápis de luz


Será só imaginação?

Tu chegas, fonte inspiradora,

Distribuindo versos em propulsão,

Versos nascedouros, de amor

Ou de arrependimentos,

Somente versos.

 

A folha do caderno está vazia,

Agora teclas ininterruptas fluem

Na tela branca dos meus olhos.

 

Penso em você minha amada,

Diluo versos, verto sorrisos e

Lágrimas de felicidades, plenas.

 

Sou poeta, você musa inspiradora,

Sou lápis, luz, sou a espiritualidade

Que descrevo nos escritos, pois motivos

Para te amar tenho demais.

quarta-feira, 23 de julho de 2025

Entre os trópicos dos nossos olhos

Entre os trópicos dos nossos olhos



Vivo entre o Norte e o Sul,

Refiro-me aos paralelos que

Me equilibram, entre climas de

Duvidas e Poesias.

 

Incido-me entre os signos de

Capricórnio e Câncer, ascendente

Ou descendente, apenas paralelos

Não acidentais, apenas zenitais.

  

Agosto não tarda, os ventos

Uivam em descompasso, sigo

O tempo, não decadente,

Ascendente, sempre em busca

De novos horizontes, que não

Consumirá os novos dias, que

Talvez virá.

 

Ouvirei os ventos que vem

Do Norte ou do Sul, levando-me

À magia do momento, juntando os

Nossos corpos, para que eu posso senti-la

em todo lugar.

 

Estou rebuscando as nossas

Fotografias, quando adolescente fomos

Estão meio desbotadas, mas a restauração

Em CorelDRAW, farão com que elas fiquem

melhores do que nas décadas que passaram,

onde os sonhos não nos encontraram,

Para acontecer depois.

 

“Hoje entrei na dança e não vou sair Vem, eu sou criança não sei fingir

(Taiguara).


 

 

Amor sem passaportes

 


O suor copia o meu corpo,

Não me sinto fugidio e

Sim um perene nativo nesta

Terra, entre terras, rios e

pequenas ilhas ou rochedos no mar,

que se debatem entre ondas

a marejar.

 

Não tenho passaporte, desejo

Ser migrante em busca dos

Sonhos acalentados e construídos

Desde décadas passadas, esperando

que não tenha sido em vão.

 

Nem sempre as estrelas brilham

No firmamento, apesar das

Orações sejam fervorosas, não

Ecoa no vento.

 

Nem sempre as declarações de

Amores recônditos são aceitas em

Tempos de paz ou litígios informais.

 

Apenas teses, apenas teses não

Migratórias, sol cósmico, ventos e luzes,

Gotas de chuvas que sangram entre

Os nossos olhares, agora sem raízes,

Sem cores, apenas acenos no porto,

Enquanto a minha barca não aporta.

terça-feira, 22 de julho de 2025

apoesiadeclaudioluzsantamariamadalenarogaispornos

Santa Maria Madalena


 

Santa Maria Madalena, devota-me

Quando testemunha fostes, oração

Perene da ressurreição, testemunha

Ocular, reveladora.

 

Μαρία Μαγδαληνήrogai por nós

Enquanto peregrinamos nos vales da

Vida, em busca da pedra removida

Pela ascensão.

 

Apóstola de Magdala, somos lentos

Como peregrinos para Emaús,

Quando pensamos que jamais chegaremos

para ver a pedra ou o repartir

do pão.

 

Pedra rolada, panos no chão do sepulcro

não caiado, que emanou vida para nos redimir

E buscar a salvação.

 

Cláudio Luz