quinta-feira, 13 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzgentileza

Gentileza gera gentileza


Os seus olhos brilham, gentil

São os meus sonhos, inigualável

O dia de ontem, o dia hoje

Brilha, obrigado!

 

Gentileza gera gentileza, a

Paz está latente, o amor apressado

Nos assiste, obrigado!

 

Os nossos lábios oram, plantamos

O amanhã com sementes,

Florescemos, somos agradecidos,

Obrigado!

 

As chuvas caem gentis, molha

Os nossos gestos, abraçamo-nos,

É o ritual que nos purifica, somos

Pacíficos, obrigado!

 

Agradecemos a Deus, somos chegantes,

Cruzamos as mãos, o amor filial

Nos envolve, somos almas, somos

Aquilo que Deus quer, agradecemos,

“Tottus tuus”.

 

Cláudio Luz

Os seus olhos brilham, gentil

São os meus sonhos, inigualável

O dia de ontem, o dia hoje

Brilha, obrigado!

 

Gentileza gera gentileza, a

Paz está latente, o amor apressado

Nos assiste, obrigado!

 

Os nossos lábios oram, plantamos

O amanhã com sementes,

Florescemos, somos agradecidos,

Obrigado!

 

As chuvas caem gentis, molha

Os nossos gestos, abraçamo-nos,

É o ritual que nos purifica, somos

Pacíficos, obrigado!

 

Agradecemos a Deus, somos chegantes,

Cruzamos as mãos, o amor filial

Nos envolve, somos almas, somos

Aquilo que Deus quer, agradecemos,

“Tottus tuus”.


quarta-feira, 12 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzminhapoesia

Minha poesia

 


Minha poesia,

Embriago-me na madrugada,

Doses homéricas de versos

Rompe a alvorada, reviro-me

Em sonhos, você me inspira.

 

As minhas palavras correm

O mundo, obstáculos encantam-me,

O livro está com as páginas

Amareladas, é o tempo.

 

Nu estão os meus versos, visto-me

De inspirações devolutas, declamo

Bebendo as estrelas, elas não

Decaem, ascendem na ponta do meu

Lápis, deslizando em ondas.

 

Tranco os segredos dos meus

Versos, reviro os seus lábios,

Alma minha, que me possui em

Cada madrugada, efervesço tal

Qual bolhas da champagne que bebo

Contigo, embriagamo-nos.

 

Somos poesias incontidas!

 

 

Cláudio Luz

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzliteralmente

ipsis litteris ou Maktub


ipsis litteris, literalmente

eu te amo, pois diz Maktub, está

escrito, escrevo, não transcrevo,

o meu coração não me deixa

pensar ao contrário, bate forte.

 

O meu amor não é transitório,

Encarno os meus sonhos, a

Fidelidade me consome, nado em seus

Braços.

 

Eu Poderia ser um profeta, ocaso não

Seria um bom, mas literalmente

Tentaria, ser, apenas poeta.

 

Observamos as nuvens, identificamos

Imagens ocultas, agora não

Transparentes, sorrimos, as ondas

Batem no Malecon do Pontal,

Somos ilhéos, somos o Almada,

Nos encontrando, sem maremotos,

Mas jurando o amor que está d’entro

De nós.

 

Cláudio Luz

sábado, 8 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzfiatlux

Fiat Lux


 

Num piscar ascendente

A luz explodiu, fez-se a

Luz etérea. Volátil, mas

Brilhosa.

 

A sombra está nas paredes,

Os passos se alongam, esse

É o caminho das palavras férteis.

 

O sol se estende, a terra comunga

Com a sua luz amarela, natural,

O vento sibila na escuridão,

Somos silêncio.

 

Os Anjos em revoadas não

Nos assombram, somos frutos

Do eterno, somos estrelas

Ascendentes, cheio de graças

Não simbólicas.

 

Procriamos as luzes, multiplicamos

Espaços celestes, somos planetas

Em transição, o zodíaco nos unge,

Somos esperanças ardentes,

Agora não perenes.

 

Haja luz, explosões incontidas,

Aja entre o sol da meia noite

E a velocidade dos raios que

Prenuncia chuvas de prata.

 

Enfim! O sol da meia noite também

Brilha na escuridão dos nossos

Sonhos e dormires.

 

Cláudio Luz

Reconhecimento ao Poeta Cláudio Luz







apoesiadeclaudioluzamoroso

Estamos amando

 


Renascemos entre sonhos,

Regamos as plantas, rogamos aos

Céus, cantamos na chuva, somos

O vento impetuoso que recolhe

Os nossos sentidos, amoral.

 

Amoral, somos decorrências dos

Nossos sentimentos unos, somos

A paz que nasceu para dourar os

Nossos pensamentos, ufanos.

 

Ah! Se o tempo parasse, causando

Motivos de sonhos, risos sem

Motivos aparentes, orações nos

Tocando, resignações a posto,

Sem sofrimentos, almas peregrinando

Em busca de balsamos, extremos.

 

Estamos amando, entre florais,

Colhendo os próximos momentos,

Que nos contagiará ternamente,

Entre fecundidades e vidas, brilhos

E um vento que paira em nossos

Olhares, pueris.

 

Cláudio Luz

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzregeneração

 Quando a Fênix ri


Quando a Fênix ri,

Sentimentos profundos

Regeneram-se entre as cinzas,

Após o holocausto que tirou o

Brilho das estrelas.

 

Aspiramos as cinzas enquanto

A vida renasce, entre corpos e

Almas cicatrizadas.

 

O sol hoje não brilha, a Super Lua

Já se recolheu no espaço sideral,

Os ventos acalantam, o murmuro

Das águas revogam as lembranças,

Agora tenra.

 

O orvalho brilha entre os arbustos

Que tocam os céus, agora cinzento,

Prenuncio de chuvas, quem sabe

Torrenciais.

 

O espetáculo está prestes a começar,

As cortinas, descortinam-se, a

Fênix agora regenerada, alça

Voo para o horizonte invisível

Dos nossos olhos, agora em brasas.