Alqasam
(entre juramentos e continuações)
O vento apenas passa,
os pedaços
Da ventania nos
provocam, calmarias são
Esperadas, as aragens
continuas, às vezes
Impedem a caminhada,
andamos juntos,
Talvez.
Sabemos que o silêncio
do espectro nos
Condenam, somente sombras
espelhadas
Pela luz fosca nos
guia.
Aboletamo-nos, as
minhas indagações
Poéticas não intimida
o tempo, os aconchegos
São tênues, duvidas do
sim ou do não
Nos afogam, não somos
párias, ser
Redundantes não
abreviará a caminhada
Solene dos passos
perdidos achados talvez.
O que importa!
As fotografias
esquecidas expostas nas
Molduras gastas ou nas
anunciações dos
Astros videntes que
povoam como
Párias o nosso mundo,
real.
Em provocações os céus
continuam
Perenes, as imagens
das nuvens que
Flutuam em nossos
pensamentos nos
Provocam.
Somos leves, o fio tênue
não nos
Sufocam, éramos o
ontem, o hoje
Em mutações nos
questionam com:
O devemos ir, ou
voltar cobertos
De certezas
necessárias para
Continuarmos a sonhar.
Hocus pocus ou
Alakazam,
Prefiro no real
sentido, Alqasam.
Que venha o tapete
mágico dos
Contos das Mil e Uma Noites.
Cláudio Luz/Luz do
Almada Souza
Direitos reservados:
Lei de Direitos
Autorais nº 9.610/1998.

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