sexta-feira, 13 de março de 2026

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Quando soube que eu te amava

 


Soube que eu te amava,

Quando a noite chegou na ilha

Dos seus sonhos, cristais pulularam dos

Meus olhos, como mágico pisei nas

Areias brancas, toques de magias me

Possuíram ao bel-prazer, fui teu.


Percebi que éramos dois na

Caminhada sem fim, no tocar das

Nossas frontes, curtindo os batimentos

Dos nossos corações, fora de orbita,

Estávamos.

 

Desnudei-me da solidão, antes companheira,

Dancei nas nuvens, bebi água da chuva, raios

De sentimentos me completaram, ao te ver,

Capitulei.

 

Bebi do cântaro dos pássaros, ardentes os

Ventos me procriaram, nasci um novo ser,

Criei raízes, rios de caricias foram procriadas

Para nos unir, entre o calor da noite, querendo

O raiar do novo dia nascer, andar pela nova fronteira,

Dissipando incertezas, amamentando novos

Momentos a nos eternizar.

 

Por isso te amo!

 

Cláudio Luz/Luz do Almada Souza

Direitos reservados:

Lei de Direitos Autorais nº 9.610/1998

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