O poeta de Pirangi

O poeta de Pirangi
O Poeta de Pirangi

domingo, 16 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzamanheceres

Um novo amanhecer

 


Despertamos pretendendo peregrinar,

O dia nos cabe, tercemos um novo

Traje com os fios dos sonhos

Do ontem, ouvimos o declamar das

Poesias pelos pássaros, somos voos

Absolutos.

 

Buscamos estradas, caminhos que

Nos Levam, a tornar-nos mais leve para uma

Ascenção natural.

 

Cremos, que os nossos sonhos serão

Os mesmos, ontem, hoje e com certeza,

Amanhã também.

 

Veja, estão chegando as flores,

As flores nos encantam, por isso

Não as colhemos, contemplamo-las

É o bastante, o perfume

Nos embriagam.

 

Germinamos os nossos jardins, os espinhos

Menos espessos, não sangram, o

Riso é sagrado, eu aspiro-te, você aspira-me,

É o doce sentido que nos faz adormecer,

Para nos maravilharmos no meio de um

Novo amanhecer.

 

Firmamo-nos com os firmamentos esféricos,

Coremos pelas relvas que nos

Alentam, somos um dia de sol,

Sem sombras, caminhamos sem

Paradigmas, somos anjos não rebeldes,

Agora o sol se põe.

 

Cláudio Luz

apoesiadeclaudioluzdescanso

Quando Hórus descansou em Pirangi

 


O rio Almada está caudaloso,

Águas promissoras invadem todos

Os recantos, frutos dos cacauais,

Frutificam.

 

O céu reluz, águas profundas

Nos purificam, o sono etéreo nos

Consomem, somos almas renascidas,

O oriente é aqui, as serras foram

Poupadas, estamos nus.

 

Hórus, dorme dentro de imãs, somos

Raios perpétuos, plantas florescidas

Nos encantam, não morremos,

Encantamo-nos.

 

Estamos somando ou sumimos nas

Correntezas em busca do Atlântico,

Mar calmos e transparentes nos espelham,

Em noites que nos acalanta, para

Hórus dormir em Pirangi!

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzsextouuuuu

 Amore mio


Completa-me com o seu amor,

Derrama sobre mim gotas de

Euforia, não mutantes, o tempo

É raro, desperta-me entre

Declarações, eu te amo.

 

Amor meu, o meu coração

Imperfeito te ama, fundo

D’alma, centelhas me consome.

 

O dia faz sentido, os seus abraços

Me agasalham, és calor intermitente,

És recordações futuras, o presente

Agora importa, vivemos.

 

A noite não cala, o noturno

Nos fascina, encantamo-nos,

Voamos em saltos para o

Infinito, com sentimento que

Nos unem, entre promessas

Que o amanhã será melhor,

Ainda.

 

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzgentileza

Gentileza gera gentileza


Os seus olhos brilham, gentil

São os meus sonhos, inigualável

O dia de ontem, o dia hoje

Brilha, obrigado!

 

Gentileza gera gentileza, a

Paz está latente, o amor apressado

Nos assiste, obrigado!

 

Os nossos lábios oram, plantamos

O amanhã com sementes,

Florescemos, somos agradecidos,

Obrigado!

 

As chuvas caem gentis, molha

Os nossos gestos, abraçamo-nos,

É o ritual que nos purifica, somos

Pacíficos, obrigado!

 

Agradecemos a Deus, somos chegantes,

Cruzamos as mãos, o amor filial

Nos envolve, somos almas, somos

Aquilo que Deus quer, agradecemos,

“Tottus tuus”.

 

Cláudio Luz

Os seus olhos brilham, gentil

São os meus sonhos, inigualável

O dia de ontem, o dia hoje

Brilha, obrigado!

 

Gentileza gera gentileza, a

Paz está latente, o amor apressado

Nos assiste, obrigado!

 

Os nossos lábios oram, plantamos

O amanhã com sementes,

Florescemos, somos agradecidos,

Obrigado!

 

As chuvas caem gentis, molha

Os nossos gestos, abraçamo-nos,

É o ritual que nos purifica, somos

Pacíficos, obrigado!

 

Agradecemos a Deus, somos chegantes,

Cruzamos as mãos, o amor filial

Nos envolve, somos almas, somos

Aquilo que Deus quer, agradecemos,

“Tottus tuus”.


quarta-feira, 12 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzminhapoesia

Minha poesia

 


Minha poesia,

Embriago-me na madrugada,

Doses homéricas de versos

Rompe a alvorada, reviro-me

Em sonhos, você me inspira.

 

As minhas palavras correm

O mundo, obstáculos encantam-me,

O livro está com as páginas

Amareladas, é o tempo.

 

Nu estão os meus versos, visto-me

De inspirações devolutas, declamo

Bebendo as estrelas, elas não

Decaem, ascendem na ponta do meu

Lápis, deslizando em ondas.

 

Tranco os segredos dos meus

Versos, reviro os seus lábios,

Alma minha, que me possui em

Cada madrugada, efervesço tal

Qual bolhas da champagne que bebo

Contigo, embriagamo-nos.

 

Somos poesias incontidas!

 

 

Cláudio Luz

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzliteralmente

ipsis litteris ou Maktub


ipsis litteris, literalmente

eu te amo, pois diz Maktub, está

escrito, escrevo, não transcrevo,

o meu coração não me deixa

pensar ao contrário, bate forte.

 

O meu amor não é transitório,

Encarno os meus sonhos, a

Fidelidade me consome, nado em seus

Braços.

 

Eu Poderia ser um profeta, ocaso não

Seria um bom, mas literalmente

Tentaria, ser, apenas poeta.

 

Observamos as nuvens, identificamos

Imagens ocultas, agora não

Transparentes, sorrimos, as ondas

Batem no Malecon do Pontal,

Somos ilhéos, somos o Almada,

Nos encontrando, sem maremotos,

Mas jurando o amor que está d’entro

De nós.

 

Cláudio Luz

sábado, 8 de novembro de 2025

apoesiadeclaudioluzfiatlux

Fiat Lux


 

Num piscar ascendente

A luz explodiu, fez-se a

Luz etérea. Volátil, mas

Brilhosa.

 

A sombra está nas paredes,

Os passos se alongam, esse

É o caminho das palavras férteis.

 

O sol se estende, a terra comunga

Com a sua luz amarela, natural,

O vento sibila na escuridão,

Somos silêncio.

 

Os Anjos em revoadas não

Nos assombram, somos frutos

Do eterno, somos estrelas

Ascendentes, cheio de graças

Não simbólicas.

 

Procriamos as luzes, multiplicamos

Espaços celestes, somos planetas

Em transição, o zodíaco nos unge,

Somos esperanças ardentes,

Agora não perenes.

 

Haja luz, explosões incontidas,

Aja entre o sol da meia noite

E a velocidade dos raios que

Prenuncia chuvas de prata.

 

Enfim! O sol da meia noite também

Brilha na escuridão dos nossos

Sonhos e dormires.

 

Cláudio Luz