O poeta de Pirangi

O poeta de Pirangi
O Poeta de Pirangi

terça-feira, 16 de agosto de 2022

O sol pousou


O sol pousou na cidade agora

Morta, que chora, despedindo-se dos entes amados,

As estrelas nos céus acumulam-se entre

Nomes que existiram em nós.

Criaturas ou fantoches de Deus, ao

Quais Clamaram curas não atendidas, que nos faz doer.

Demais sentir,

Tudo é frugal, coisas da vida que

Não nos acostumamos absorver, no

Choro comprimido, que enlouquece os

Nossos corações, que nos seduz pra não

Saber do amanhã, se vamos perder ou

Ganhar.

Agora a lua se levanta, iluminando às

Estrelas, talvez o nosso povir.

sábado, 13 de agosto de 2022

Isso é o que eu quero

Vem dançar um velho

Rock, assistir uma Matinê no Cine Teatro Hage,

Que ofuscavam os nossos olhos cor de sonhos de valsas ou pelas pipocas, Sorvetes nos

Jardins das praças.

Você Rita Hayourth eu Glen Ford, você Ingrid

Bergman eu Humphrey Bogart, no Rick

Bar, entre drinques, nos céus de Marrocos ao som da sétima cavalaria, fumando naguile itajuipense, ao som de prelúdios que chegam A tiros de John Wayne, vindo de

Algum lugar que não nos encontraremos.

Somos distantes, claro na luz da noite e no escuro do dia que nos alcançará.

Somos o que escrevemos, somos versos e

Poesias, somos lápis e apontador, nessa

Utopia, que nos faz alguém.

Somos letras ou sonhos, do que queremos e escrevemos.

Entre palavras, copos de cervejas e as

Nossas sobrancelhas que se encontra,

Somos deuses poéticos.

Será isso é o que queremos escrever ou viver?

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Quartadepoesias

Estrela entre águas

Agora penso na sua luz, entre

O tempo que brilha Estrela luz.

És Marina alvissareira de letras

E poesias, os meus versos te

Encobrem entre esquinas, sorrateiros

Sou.

Desejos desejos, sonho entre estrelas que

Você me traz e marinas que vão nos

Banhar.

Vamos ouvir agora Júlio Iglesias dentro

De uma casinha Branca, te direi Amor, que

Você não tenha medo da chuva a agasalhar-se

No meu Amor que agora te versa.

Então a primavera, vem estão chegando

As flores.

Importância

Você me importa, pisando com os

Pés no chão, sandálias abandonadas

Ao léu.

Nessa terra vermelha, vamos,

Quisera que fosse aqui.

Importo-te vejo no almoço alfaces cultivado,

Nas sombras.

Vejo a prole, cerâmicas que se tornarão tijolos e telhas,

Talvez lares amorosos ao Deus dará.

Na distância te curto, comento e compartilho entre gritos e sussurros.

O inverno persiste, a lua se esconde, as

Estrelas também.

Somos sonhos em noites que esperamos a

Primavera, pra vivermos sonhos de verão.

Somos invisíveis ou visíveis, entre o que tu

Grita e ecoa no meu grito, que nos inspiram nessa terra que você pisa descalça.

Agora a importância do que ouvimos no silêncio entreposto de ambos os lados, entre

Eu e você.

Você me convidou pra abraçar as estrelas,

Tomar um café poético no final da tarde.

Quem sabe se comparecerei.

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

semaneicompoesias

Se não houvesse você


Tenho um lençol sobre mim, a madrugada me possui,

Entre sobreavisos o meu coração consome-se

Entre essa brisa que anuncia que o dia vai amanhecer,

Logo logo.

Aposto agora que as estrelas escrevem,

Entre pontos e vírgulas, reticências que nos dividem,

Quando eu penso em você que diz quem vem,

Agora, observo um sorriso, fio tênue,

Gotículas que já nascem forma de orvalho

Que despe o meu corpo.

Vejo os meus olhos castanhos,

Entrecortado de verde oliva que faz

O meu coração só bater, sou raios do sol

Que em breve nascerá, sou opaco, nublado,

Observando na madrugada calada, sentindo

O roçar do seu corpo nos meus pensamentos,

Sou calor, acalento os seus sonhos, agora sem sono,

Filtro a noite, busco a imensidão que agora

Cobre o seu corpo afável esperando por mim como

Se não houvesse você.

 

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

 Cósmico inverso


Sou mutante, busco estrelas no deserto cósmico,

Que me consome nas noites Sem estrelas.

Busco a sua essência, beijo o semblante

Da lua que não ilumina o teu ser.

Sou estéril, árido entre dunas desérticas

Do seu corpo que já não clama por Mim.

Como, ou por fim ao sofrimento que geme,

Entre dores e lamentos, onde eu

Não posso aguentar entre enigmas,

Se você vai voltar ou não.

Entrecorto naturezas, vidas entre vidas,

Encontros e desencontros, agora indefinidos,

Entre poeiras cósmicas esperando a minha volta,

Sem solução, Busco o seu corpo que eu não encontro em ti.

São estrelas?

Entre falas e proclamações, letras e versos

Não entendo e o que diz que Está escrito nas estrelas,

Que não decifra o tarot ou as pedras cósmicas dos Búzios,

Que te desnuda ante o meu corpo que agora jaz nu.

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

 Yole, Ikaro, Luna Eduarda e Victor Hugo,

Habemus netos


Yole, primeira flor, cor de violeta, que aguça os meus sentimentos,

Antes Adormecidos no silencio das noites sem fim.

Ikaro, primeiro intrépido, sonhador, que busca o infinito,

Acalentando os meus sonhos de voar,

Luna Eduarda, primeira lua, com os seus raios prateados

Que inunda o meu Ser,

Victor Hugo, primeiro verbo do futuro, que inspira versos,

compassando o meu amor por vocês.

Ah! Neto(a)s, Plantas tenras que germinam num jardim de luz,

Que divagam entre braços e abraços maternais,

Distribuindo Balsamos, que acalantam suavemente as nossas vidas.

Ouçamos passos, risos e barulhos,

De quatro bênçãos de Deus que nos unem em perfeita harmonia,

Com os planetas irmãos e estrelas ascendentes, que enfeitam

O firmamento pleno de novas vidas que virão.

Habemus Netos...!!!

terça-feira, 2 de agosto de 2022

apoeteihojeja

Gosto de pétalas



Você deve ir,

As pétalas das rosas já desabrocharam,

Como o verão, sentindo o orgasmo, das hastes.

Entre neblinas que cobrem as estradas

Que percorrei, para emanação volátil do seu corpo,

Que pode ser percebido pelo olfato; cheiro.

Molhado como vinho, amiga.

Ouço músicas que diziam

Que valeria todo o caminho a percorrer,

Sem dizer adeus.

Quem sabe algum dia poderá brindar

Entre sopros, entre o sussurrar da

Manhã e o calor da noite,

Se um dia o mundo silenciar,

Entre caminhos, lua crescente, que não beijará,

Sua silhueta, que sombreia o meu olhar.

Agora o brilho do sol em meus ombros, me faz feliz,

Faz-me cantar o gosto das pétalas que perfuma o

Seu olhar.