domingo, 26 de abril de 2026

apoesiadeclaudioluzinfinita

Observando o infinito (Carpe Diem)

 


Infinito, o vento banha o meu rosto,

O oriente é eterno, lágrimas não

São absolutas, secam.

 

Infinito, ergo os olhos, fito o poente,

Sou observador do futuro que me

Espera, não me surpreendo,

Previno-me.

 

Infinito, não me canso por doar amor

E guerra,  sem prelúdios, agora preso, 

Não questiono, compreendo o porque

Da partida.

 

Infinito, é o momento que reflete

O horizonte, com dúvidas

Questionáveis, mas com respostas

Aparentes. 


Infinito, é o infinito particular, que 

interage com as noites de diáspora

sem destino, me redimo.


Infinitamente calado, medito as estradas 

Percorridas, sem sinal de chegada, 

Sou bem-vindo ao destino inicial, 

Para celebrar o Carpe Diem.

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