Loucuras incoerentes
O perfume das rosas são
Doces, mas preferimos nos ferir
Com os espinhos, somos loucos.
Aspiramos os perfumes que exalam dos
Sândalos, mas nos portamos como
O machado que o fere.
Ouvimos os uivos das tempestades
poentes,
Mas somos surdos aos apelos das
Brisas matinais.
Sorrimos entre fantasias aparentes,
Mas somos lágrimas copiosas de
Incompreensões.
Preferimos a loucura, mas pensamos
Que estamos sendo amado (in)
condicionalmente
Para a eternidade, ou conseguiremos
Imaginar um amor perfeito?
Se a loucura é
poesia sem palavras; a ilusão
é a pintura sem
imagem, porém, nada produz
tantas palavras do que uma louca paixão.
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