quarta-feira, 10 de junho de 2026

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Toco os seus olhos

 


Toco os seus olhos, na distância,

Busco sentidos, prolifero entre

Sentimentos latentes, que me invadem

Na noite, sou relâmpago.

 

Toco os seus olhos, para sentir a

Brisa que baila entre os seus cabelos,

Agora revoltos, estou distante.

 

Quando as palavras me invadem,

as incertezas persistem em nos sufocar,

somos o que fomos, e o que queremos ser.

 

Aprofundo-me, a sinestesias não nos

Aproximam, somos solidão, somos

O que deixamos nos perder na linha tênue

Do tempo, agora somos distância.

 

Incensamos o futuro, estamos ao Deus

Dará, e se Deus não dá, seremos apenas

Estradas opostas, sem nos olhares.

 

Quando toco os seus olhos, sinto saudades.

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