Eu agradeço ao meu cumplice coração
O Meu coração dobra-se,
faz genuflexão
Diante Das sensibilidades
das minhas palavras
Amorosas, incensa
gratidão, cria o mote para
Uma canção
poética, agradecido ele tem o
Hábito de
cicatrizar minhas feridas expostas,
Enternecido
ele enxuga as minhas lágrimas,
É o prefixo.
O meu coração
tem o toque santo, quando
Escuta o som do
meu louvor, minha voz
Dolorida, ele
sofre comigo, inclinasse dando
Me abrigo, sussurra palavras, aflorando
sensibilidades,
Enxugando as minhas intemperanças
dando brilho
No espelho de minha alma.
O meu coração caminha comigo, com
batidas
Novas ele me fortalece, para eu não
permanecer nas
Batidas antigas, costuma me ofertar
um sopro novo.
O
meu coração não mata os meus sonhos, o
Meu
coração não é um mero cumplice, ele não
Aceita
os meus sentimentos como um dom
Secundário,
mas como uma força motriz da
Minha
composição poética.
Outros
corações me abandonaram, os
“outros
corações”, mas o sentimento de
Abandono
não tomou conta de mim, pois
O
meu coração em sua cumplicidade me
Refez,
como um coração materno um dia
Ele deixará de bater.
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