O poeta de Pirangi

O poeta de Pirangi
O Poeta de Pirangi

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

apoesiadeclaudioluzcumplicidade

Eu agradeço ao meu cumplice coração

 


O Meu coração dobra-se, faz genuflexão

Diante Das sensibilidades das minhas palavras

Amorosas, incensa gratidão, cria o mote para

Uma canção poética, agradecido ele tem o

Hábito de cicatrizar minhas feridas expostas,

Enternecido ele enxuga as minhas lágrimas,

É o prefixo.

 

O meu coração tem o toque santo, quando

Escuta o som do meu louvor, minha voz

Dolorida, ele sofre comigo, inclinasse dando

Me abrigo, sussurra palavras, aflorando sensibilidades,

Enxugando as minhas intemperanças dando brilho

No espelho de minha alma.

 

O meu coração caminha comigo, com batidas

Novas ele me fortalece, para eu não permanecer nas

Batidas antigas, costuma me ofertar um sopro novo.

 

O meu coração não mata os meus sonhos, o

Meu coração não é um mero cumplice, ele não

Aceita os meus sentimentos como um dom

Secundário, mas como uma força motriz da

Minha composição poética.

 

Outros corações me abandonaram, os

“outros corações”, mas o sentimento de

 

Abandono não tomou conta de mim, pois

O meu coração em sua cumplicidade me

Refez, como um coração materno um dia

Ele deixará de bater.

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