quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

APOESIADECLAUDIOLUZAve, Augustus Antecipttium” Castrom”

Ave, Augustus Antecipttium” Castrom”

 

Os que vão morrer pelas omissões

Públicas, te saúdam, trinta moedas

Foram para Judas, trinta milhões são os teus.

 

O templo da cultura te espera

Em frente à Catedral,

As veredas de João Batista,

Não são inclusas, covas rasas.,

Pão e circo, Coliseu a céu aberto,

Que soem as trombetas, Caracalas

Já está reinando.

 

Tropeçamos em cada transversais, não as do

Tempo, mas as dos buracos dos

Asfaltos, fios da nova onda, postes

A deriva, fios nos chãos.

 

O rimbombar das estrelas magnânimas

E milionárias desfilam, não como os exércitos

Romanos, mas como espólios das guerras de latinhas.

 

Já é carnaval cidade! Falta d’agua, latas nas cabeças

Nas periferias dão o ultimo retoques, Postos

De saúde após cheios, será que se fará

 Necessário os chás das folhas dos quintais,

resolverá, Acredito.

 

Talvez as folhas dos bares serão mais eficientes, para

Curar as ressacas e cegueiras,

Como se diz carnaval é e será

Sempre três dias de utopias.

 

As burras de couros, aguardarão somente as prestações

Dos gastos, sobrará para o prédio da antes

Casa de detenção?

            


Pão e circo, os leões de chácaras abundam

Nas multidões de cantores, os beduínos já

 Estão aqui, profetizou

Moraes Moreira!

 

Ave, Augustus Antecipttium” Castrom”


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