Pássaro do amanhã
Dentre em nós misturamos
Os nossos sonhos, quiçás o canto
Do Pássaro do Amanhã, quer alvissareiro,
Em voos de liberdade ou aprisionado
Numa gaiola a pão e água.
Olhar a tristezas que carregam nas asas
Reprimidas, canto triste, firmamentos
Efêmeros, sem alcances, liberdade
Onde estás?
Mourejamos como aves agourentas,
Passos perdidos nos prendem no chão,
Somos sem asas, escravos entrecortados
Nas noites, quando esperamos o
Primeiro canto do Pássaro da Manhã que
Teima em nos acordar.
"Libertas quae sera tamen”
"Liberdade, ainda que tardia".

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