quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

apoesiadeclaudiorequiemanimal

Uivos tristes no silêncio mortal

 



Os leões rugem,

As hienas riem,

Os gatos miam,

Agora entoam sons

Lamentosos.

 

A natureza escurece, o sol

Já não aquece como d’antes,

A lua agora é do lobisomem,

As estrelas ecoam soluços,

Os pratos de rações estão vazios.

 

Kamala, minha cachorrinha

Está triste se escondendo nos cantos,

Com olhos vazios que expressam vaticínios,

Será que terei o mesmo fim?

 

Ah! caçadores urbanos, insanos,

De medulas expostas que atentam contra

Animais e humanos, tragédias

Diárias, ultimas homenagens

Não estão programadas, protestos

Aleatórios serão logo esquecidos.

 

Assim caminha os animais,

Sociais ou não, abanos das caudas já

Não despertam sentimentos, os humanos

Torpes se deleitam com os seus

Atos insanos, sem dó ou piedades.

 

Descanse em paz “Orelha”, R.I.P.

“Abacate”, que já não latem, mas

Estão a caminho dos céus dos

Cachorrinhos.

 

As coleiras rusticas estão vazias!

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