Duas almas em conflitos
Há estações instáveis, muito calor,
Frios amenos, flores
com espinhos, que
Ferem sem querer
querendo, incertezas
Que bailam nas
sombras tênue das
Velas de promessas,
incontidas, cumpridas
Ou não, o incenso já
não exala perfumes
Sagrados, agora somos
profanos
No amor.
Éramos almas, antes
gêmeas, desfilamos
Com o amor no peito,
como se fosse
Troféu de uma batalha
sem vencedores.
Unimos forças,
construímos castelos
Instransponíveis,
deleitamo-nos
Jardins dos sonhos,
não tivemos fadas
Madrinhas.
As nuvens se moveram,
o rimbombar
Dos trovões nos fez
raios,
Não importando com os
estragos, caminhamos
Entre rios, nadamos
no mar, boiamos
Nas estrelas,
pescamos e pecamos por nós
Mesmo.
Procuramos redenções,
que se
Esvaiu, destruindo o
tempo passado,
Agora presente.
As alianças com o
Pater Noster,
apertam nossos dedos,
somos dores
refletidas no
presente, não olhamos
Para o atrás, que nos
compromete pelas
Promessas e sentimentos
não cumpridos, e que agora
Nos separam em dois reinos.
Estamos Separados do ontem, que nos comprometia
E o presente que se desfaz em nevoas, agora!

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