Quando o sol se opõe
Quando o sol se opõe,
A menina dos olhos não
Brilham, metáfora visual que
Se expande no meu pensar.
Penso, logo existo na imensidão
Dos meus passos que advir, luz d’alma,
Min ’alma que lateja em compasso
Dos seus olhos que fitam o infinito
Dos meus versos, agora dissonantes.
Agora que a chuva caí, o inverno se
Concretiza em gotas oportunistas que
Molha os meus pensamentos em ti.
A distância entre os limites do sol que
Agora é obscuro e a lua que se esconde nas
Nuvens carregadas de chuvas, não de raios
Ou trovoadas, destoam as declarações
Que eu queria fazer pra ti.
Agora me calo para ouvir o que Deus
Quer?
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