sexta-feira, 3 de julho de 2026

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 Quando o sol se opõe

 

Quando o sol se opõe,

A menina dos olhos não

Brilham, metáfora visual que

Se expande no meu pensar.

 

Penso, logo existo na imensidão

Dos meus passos que advir, luz d’alma,

Min ’alma que lateja em compasso

Dos seus olhos que fitam o infinito

Dos meus versos, agora dissonantes.

 

Agora que a chuva caí, o inverno se

Concretiza em gotas oportunistas que

Molha os meus pensamentos em ti.

 

A distância entre os limites do sol que

Agora é obscuro e a lua que se esconde nas

Nuvens carregadas de chuvas, não de raios

Ou trovoadas, destoam as declarações

Que eu queria fazer pra ti.

Agora me calo para ouvir o que Deus

Quer?

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