Bonjour Marie,
Doces memórias me encorpam,
Não me lamento dos sonhos desfeitos,
O agora importa mais, embora o sol
Esteja sombrio vejo claridade nos seus
Olhares
matinais.
Não caminhamos pela mesma estrada,
Caminhamos entre pensamentos do que
Foi e o que poderia ser nesta manhã.
As bifurcações não nos impedem se voltarmos
A segui nos mesmos caminhos de d’antes,
Ao contrário nos convida a sonhar numa
Nova seara de luz.
É o convite que possuo entre os pensamentos
Que me invade neste novo dia,
entre dialéticas
E sonhos que ainda estão vivos.
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