quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

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Flor Amorosa única


Despertei, olhei para todos os lados,

Com olhos faiscados te vi, flor amorosa única,

Tu que brotastes nas terras tenras

Do meu coração, sem espinhos, te

Abraço, aspiro o seu perfume,

Inebrio-me, sou anjo, voo

Sem asas aparentes.

 

A rotina nãos nos alimentam,

somos o agora que se banha entre raios solares,

Esperando o orvalho que nos alimentará.

 

Declamo para ti

Pablo Neruda

“Podemos cortar todas as flores, mas

Não poderemos deter a primavera”,

Ouço Pablo Casals, o catalão, os violoncelos

Nos abrandam,

Busco Pablo Picasso, Guernica, nos atrai para a

Atroz realidade de Paz e Guerra, de Leon Tolstói.

 

Medito o poema “Instantes”,

de Jorge Luis Borges, alianço-me contigo

e prometo:

Que irei mais vezes aos jardins imaginários para

Te cultivar, flor amorosa única

 que me cativou.

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