Sou jardineiro
Resgatei-me do Caos
amoroso
Apesar dele me
fascinar,
Sou naufrago do Rio
Almada,
Apesar de estar à
deriva
Enviei garrafas com
mensagens,
Te levei nos
pensamentos, remei
Ao encontro dos
ventos, vindos do
Norte ou do Sul, não
sei!
O tempo quaresmal não para,
Transpomos o
incessante, somos
Orantes em busca de
resgates que
As vezes não chega,
persistimos.
Não me encontro
amoral, não aspiro
As flores do mal,
aspiro as rosas de bem querer,
Sou jardineiro.
Sou o querer entre
sementes que queimam,
Os frutos brotam,
sentimentos plenos
Nos envolvem em pétalas,
somos o que
Deus cultiva!
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