domingo, 8 de fevereiro de 2026

apoesiadeclaudioluzcarpenoctem

O encanto do poeta

 


O poeta não morre, debulha versos.

Imortaliza-se nas suas letras inconfundíveis

E eternas, transformando-se em poeiras

Cósmicas, que se fundem no espaço dos

Seus sentimentos.

 

O poeta não morre, colhe estrelas, viaja

Pelo firmamento, banha-se no mar da

Tranquilidade, não se afoga.

 

O poeta não morre, recolhe-se

Entre repousos únicos, entre rimas e

metáforas não senis, imortalizando-se

no amor não tardio.

 

O poeta não morre, declama

Nas praças os sentimentos

abrasadores, entre estrofes, risos,

talvez lágrimas semeadoras.

 

O poeta não morre, fertiliza-se em

estilos e clausuras

não sagradas, perdido no mundo satíricos,

Jogando com as palavras, aproveitando o

último dia.

 

O poeta não morre, encanta-se nas suas

Poesias, declamando na noite eterna dos seus

sonhares, agora final, aproveitando a noite,

“Carpe noctem).


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