quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

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Dicotomia entre o poema ou poesia

 



Poema ou poesia? 

Dicotômizo o imaginário latente,

Dou razão ao poema, mas não desprezo

A poesia, agrego entre emoções, luzes e sombras,

Sou real, mas me deleito com o que não

Posso sonhar.

 

Penso, logo escrevo! Não intectualizo,

O simples me basta, pronuncio

O Maktub, o Máximo Divisor Comum (MDC)

Como nos bancos das escolas, o poema e a

Poesia também está na matemática.

 

Somos a solução do problema, não

Diminuímos, somos adições entre

Multiplicações de lógicas

Infinitas.

 

Somamos sonhos, abraços, beijos,

Diálogos sem fim, as vezes nos

Incompreendemos, mas singramos

Em busca dos rios, somos mares, batemos

Nas pedras sem nos desintegrarmos, somos

Espumas sem a cor do adeus.

 

Metáforas a parte, o ABC também me

Fascina, quando a imaginação brota do

Fundo do meu coração, eu te escrevo, mesmo

Com a imprevisibilidade das tempestades, que

Nos unem em absoluto.

Um todo, Uma unidade, (cogito, ergo sum).

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