Saudades de Lev
Quando a casa silenciada e a saudade aperta,
Uma brisa suave entra pela janela aberta.
Não há som de patinhas
no chão a ecoar,
Mas sinto, no peito, a sua alma a me abraçar.
Eles voltam nas asas de
uma borboleta dourada,
No raio de sol que ilumina a sala vazia,
Na lembrança doce de uma corrida compartilhada,
Transformando o inverno em calor e alegria.
Não chores pensando que
a partida foi o fim,
Eles correm agora num eterno e lindo jardim.
E sempre que o teu coração de saudades chama,
Num sopro de vento, eles voltam para te visitar.


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